Publicação
Chris Marker: comentários sobre uma crítica da imagem
| Resumo: | "Nunca a imagem se impôs com tanta força no universo estético, técnico, cotidiano, político, histórico". Considerando que as imagens são, na atualidade, formadoras da nossa percepção temporal e histórica, a presente dissertação busca discutir uma condição contemporânea das imagens. A partir da ideia de que os meios massivos de comunicação articulam uma lógica de reificação do sentido das imagens e da memória, o trabalho visa pensar em que medida algumas formas de articulação da imagem propostas pelo cinema de Chris Marker constituem, a partir da experiência cinematográfica, um contraponto reflexivo, uma proposta de construção de um outro modelo de temporalidade e o estabelecimento de uma crítica sobre as imagens. A partir de autores como Walter Benjamin, Georges Didi-Huberman e Giorgio Agamben e de fragmentos dos filmes Sem Sol (1982), Level Five (1996) e O fundo do ar é vermelho (1977-1993), de Chris Marker, o trabalho pretende pensar as possibilidades expressivas relacionadas à articulação das palavras e das imagens, assim como dar conta de uma noção política dos gestos que tornam as imagens possíveis. Desse modo, o trabalho propõe-se a discutir em que medida as escolhas estéticas dos filmes analisados se relacionam às possibilidades de conhecimento do real e crítica da imagem e do tempo histórico. |
|---|---|
| Autores principais: | MARANHÃO, Luís Henrique Barbosa Leal |
| Assunto: | Comunicação Cinema Arte. Política Estética. |
| Ano: | 2016 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | "Nunca a imagem se impôs com tanta força no universo estético, técnico, cotidiano, político, histórico". Considerando que as imagens são, na atualidade, formadoras da nossa percepção temporal e histórica, a presente dissertação busca discutir uma condição contemporânea das imagens. A partir da ideia de que os meios massivos de comunicação articulam uma lógica de reificação do sentido das imagens e da memória, o trabalho visa pensar em que medida algumas formas de articulação da imagem propostas pelo cinema de Chris Marker constituem, a partir da experiência cinematográfica, um contraponto reflexivo, uma proposta de construção de um outro modelo de temporalidade e o estabelecimento de uma crítica sobre as imagens. A partir de autores como Walter Benjamin, Georges Didi-Huberman e Giorgio Agamben e de fragmentos dos filmes Sem Sol (1982), Level Five (1996) e O fundo do ar é vermelho (1977-1993), de Chris Marker, o trabalho pretende pensar as possibilidades expressivas relacionadas à articulação das palavras e das imagens, assim como dar conta de uma noção política dos gestos que tornam as imagens possíveis. Desse modo, o trabalho propõe-se a discutir em que medida as escolhas estéticas dos filmes analisados se relacionam às possibilidades de conhecimento do real e crítica da imagem e do tempo histórico. |
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