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As ciências sociais e a diversidade dos sotaques

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Resumo:Este artigo retoma um tema clássico nas ciências sociais latino-americanas: a relação entre o seu desenvolvimento interno (nacional) e as influências externas. Trata-se, no entanto, de uma retomada que insere a problemática do pensamento sociológico no contexto da mundialização da cultura. Nesse sentido, para escapar à dicotomia entre pensamento nacional e pensamento cosmopolita, o autor propõe que as ciências sociais constituem uma língua com diferentes sotaques. Não existiria, portanto, um núcleo universal (identificado às teorias produzidas na Europa ou nos Estados Unidos) e um saber regional, identificado com os países ditos periféricos.
Autores principais:Ortiz,Renato
Assunto:Modernidade Teoria sociológica Mundialização Eurocentrismo
Ano:2012
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Este artigo retoma um tema clássico nas ciências sociais latino-americanas: a relação entre o seu desenvolvimento interno (nacional) e as influências externas. Trata-se, no entanto, de uma retomada que insere a problemática do pensamento sociológico no contexto da mundialização da cultura. Nesse sentido, para escapar à dicotomia entre pensamento nacional e pensamento cosmopolita, o autor propõe que as ciências sociais constituem uma língua com diferentes sotaques. Não existiria, portanto, um núcleo universal (identificado às teorias produzidas na Europa ou nos Estados Unidos) e um saber regional, identificado com os países ditos periféricos.

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