Publicação
As políticas educacionais estadonovistas e suas heranças autoritárias
| Resumo: | Com onze escolas que carregam em seu nome a homenagem a Getúlio Vargas, o estado do Rio de Janeiro é marcado por uma disputa de memórias que tem como finalidade conservar grupos e manter sua permanência no imaginário popular. Pollak (1989) destaca que a memória dita oficial é passada por um processo de hierarquização e de escolhas daquilo que será lembrado e esquecido, marginalizando determinados grupos e criando a história dos “vencedores”. Entendendo esses lugares de memória como espaços políticos e visando uma ressignificação da “história oficial” e da valorização das histórias subterrâneas apagadas e esquecidas, o presente trabalho tem como objetivo central pensar as continuidades da política educacional estadonovista (1937 – 1945), e a perpetuação e conservação da imagem de Vargas no imaginário popular brasileiro como mito político. Por meio do conceito de ideologia e aparelhos ideológicos do Estado, criado por Louis Althusser (1993), foi discutido o uso que este governo fez da Educação e dos espaços escolares como veículos de intensas propagandas para a criação de um projeto de Estado Nação repressivo e nacionalista, moldado pelo que se convencionou denominar de “progresso” |
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| Autores principais: | Andrade, Mariana Cristina Peixoto de |
| Assunto: | Estado Novo Getúlio Vargas Memória Educação Política educacional Estado Novo, 1937-1945 Getúlio Vargas Memória Estado Novo Getúlio Vargas Memory Education |
| Ano: | 2021 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Com onze escolas que carregam em seu nome a homenagem a Getúlio Vargas, o estado do Rio de Janeiro é marcado por uma disputa de memórias que tem como finalidade conservar grupos e manter sua permanência no imaginário popular. Pollak (1989) destaca que a memória dita oficial é passada por um processo de hierarquização e de escolhas daquilo que será lembrado e esquecido, marginalizando determinados grupos e criando a história dos “vencedores”. Entendendo esses lugares de memória como espaços políticos e visando uma ressignificação da “história oficial” e da valorização das histórias subterrâneas apagadas e esquecidas, o presente trabalho tem como objetivo central pensar as continuidades da política educacional estadonovista (1937 – 1945), e a perpetuação e conservação da imagem de Vargas no imaginário popular brasileiro como mito político. Por meio do conceito de ideologia e aparelhos ideológicos do Estado, criado por Louis Althusser (1993), foi discutido o uso que este governo fez da Educação e dos espaços escolares como veículos de intensas propagandas para a criação de um projeto de Estado Nação repressivo e nacionalista, moldado pelo que se convencionou denominar de “progresso” |
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