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O lugar fora do lugar: topografias sonoras do cinema documentário

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Esta dissertação aborda o som no cinema documentário a partir da análise de quatro filmes: Entuziazm ou Simfonija Donbassa (1931) de Dziga Vertov, Titicut Follies (1967), de Frederick Wiseman, Chulas Fronteras (1974) de Les Blank e The Invisible Frame (2009) de Cynthia Beatt. Inicialmente serão apresentadas as diversas funções dos quatro elementos da banda sonora no cinema, voz, música, ruídos e silêncio, a partir das taxonomias elaboradas por Johnny Wingstedt e Michel Chion. A seguir, será discutida a definição do campo do documentário, os seis modos de estruturação de argumentos/narrativas do cinema documental elaborados por Bill Nichols, bem como as formas de articulação entre som e imagem nesses modos. Posteriormente, abordaremos as discussões de Fernão Pessoa Ramos sobre o lugarético-político do documentário, de forma a refletir sobre as relações entre escolhas estéticas, principalmente quanto ao uso do som, e consequências políticas dessas escolhas. Por fim, empregar-se-á as referências teóricas à análise dos quatro filmes escolhidos com o fito decompreender a topografia sonoro-política desses filmes.
Autores principais:Frederico Augusto Vianna de Assis Pessoa
Assunto:Documentário Som Política Estética Narrativa no cinema Música no cinema Análise, apreciação Cinema Estética Documentário (Cinema) Aspectos sociais Documentário (Cinema) Cinema Sonoplastia Documentário (Cinema) Aspectos políticos
Ano:2019
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Esta dissertação aborda o som no cinema documentário a partir da análise de quatro filmes: Entuziazm ou Simfonija Donbassa (1931) de Dziga Vertov, Titicut Follies (1967), de Frederick Wiseman, Chulas Fronteras (1974) de Les Blank e The Invisible Frame (2009) de Cynthia Beatt. Inicialmente serão apresentadas as diversas funções dos quatro elementos da banda sonora no cinema, voz, música, ruídos e silêncio, a partir das taxonomias elaboradas por Johnny Wingstedt e Michel Chion. A seguir, será discutida a definição do campo do documentário, os seis modos de estruturação de argumentos/narrativas do cinema documental elaborados por Bill Nichols, bem como as formas de articulação entre som e imagem nesses modos. Posteriormente, abordaremos as discussões de Fernão Pessoa Ramos sobre o lugarético-político do documentário, de forma a refletir sobre as relações entre escolhas estéticas, principalmente quanto ao uso do som, e consequências políticas dessas escolhas. Por fim, empregar-se-á as referências teóricas à análise dos quatro filmes escolhidos com o fito decompreender a topografia sonoro-política desses filmes.

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