Publicação
Depressão e doença bipolar na infância e adolescência
| Resumo: | OBJETIVOS: Este estudo buscou a revisão da história, conceitos, categorias diagnósticas, epidemiologia, fatores genéticos e neurobiológicos, assim como fatores predisponentes e modalidades de tratamento desses transtornos. FONTES DOS DADOS: Foi realizada uma revisão extensa da literatura sobre depressão infantil e transtorno bipolar. SÍNTESE DOS DADOS: A depressão infantil e o transtorno bipolar estão associados a fatores genéticos, temperamento, eventos adversos da vida, divórcio, problemas acadêmicos, abuso físico e sexual e fatores neurobiológicos. O tratamento pode ser realizado, na maioria das vezes, com medicações e psicoterapia. CONCLUSÕES: São transtornos importantes, muitas vezes de difícil diagnóstico, que, uma vez reconhecidos e tratados, irão minorar o sofrimento de crianças e adolescentes. O pediatra poderá intervir orientando a família nos casos leves, mas deve ficar atento àqueles que necessitam de outros tipos de tratamento. |
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| Autores principais: | Lima, Dênio |
| Assunto: | Depressão em crianças Psicoses Psicose maníaco-depressiva |
| Ano: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | OBJETIVOS: Este estudo buscou a revisão da história, conceitos, categorias diagnósticas, epidemiologia, fatores genéticos e neurobiológicos, assim como fatores predisponentes e modalidades de tratamento desses transtornos. FONTES DOS DADOS: Foi realizada uma revisão extensa da literatura sobre depressão infantil e transtorno bipolar. SÍNTESE DOS DADOS: A depressão infantil e o transtorno bipolar estão associados a fatores genéticos, temperamento, eventos adversos da vida, divórcio, problemas acadêmicos, abuso físico e sexual e fatores neurobiológicos. O tratamento pode ser realizado, na maioria das vezes, com medicações e psicoterapia. CONCLUSÕES: São transtornos importantes, muitas vezes de difícil diagnóstico, que, uma vez reconhecidos e tratados, irão minorar o sofrimento de crianças e adolescentes. O pediatra poderá intervir orientando a família nos casos leves, mas deve ficar atento àqueles que necessitam de outros tipos de tratamento. |
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