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Dendrochronology and climate in the Brazilian Atlantic Forest: which species, where and how

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A dendrocronologia aumentou notavelmente nas regiões tropicais durante as últimas décadas e alguns padrões gerais podem emergir de análises abrangentes de estudos de caso. Aqui, investigamos as contribuições da dendrocronologia para a bioclimatologia de espécies arbóreas na Floresta Atlântica brasileira (FA). Perguntamos: Quais espécies e locais dispõem de séries de anéis de crescimento codatáveis adequadas para inferência bioclimática? Quais são os métodos de amostragem e análise aplicados? O que esses estudos dizem sobre a sensibilidade do crescimento das plantas às condições climáticas? Quais lacunas de conhecimento podem ser identificadas? Para isso, buscamos artigos abordando as relações clima-crescimento por meio de cronologias de anéis. Encontramos 11 artigos, cobrindo 16 cronologias de 10 espécies. O número médio de árvores nas cronologias foi de 16 indivíduos. Oitenta e sete por cento das cronologias sugeriram um sinal positivo de precipitação e algum sinal positivo de temperatura foi identificado em todas as cronologias comparadas às séries mensais ou sazonais de temperatura. Os resultados são apoiados pela literatura especializada, que aponta a influência da precipitação nos trópicos. Entretanto, tirar conclusões mais sólidas sobre o papel do clima no crescimento de espécies arbóreas da FA exigirá maiores esforços no levantamento da diversidade da arbórea e no desenvolvimento de rigorosas cronologias codatadas
Autores principais:FONTANA, C.
Outros Autores:REIS-AVILA, G.; NABAIS, C.; BOTOSSO, P. C.; OLIVEIRA, J. M.
Assunto:Floresta subtropical Parâmetro dendrocronológico Relação clima-crescimento Climate-growth relationship Dendrochronological parameters Subtropical forests Floresta Tropical Tropical forests
Ano:2019
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:inglês
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:A dendrocronologia aumentou notavelmente nas regiões tropicais durante as últimas décadas e alguns padrões gerais podem emergir de análises abrangentes de estudos de caso. Aqui, investigamos as contribuições da dendrocronologia para a bioclimatologia de espécies arbóreas na Floresta Atlântica brasileira (FA). Perguntamos: Quais espécies e locais dispõem de séries de anéis de crescimento codatáveis adequadas para inferência bioclimática? Quais são os métodos de amostragem e análise aplicados? O que esses estudos dizem sobre a sensibilidade do crescimento das plantas às condições climáticas? Quais lacunas de conhecimento podem ser identificadas? Para isso, buscamos artigos abordando as relações clima-crescimento por meio de cronologias de anéis. Encontramos 11 artigos, cobrindo 16 cronologias de 10 espécies. O número médio de árvores nas cronologias foi de 16 indivíduos. Oitenta e sete por cento das cronologias sugeriram um sinal positivo de precipitação e algum sinal positivo de temperatura foi identificado em todas as cronologias comparadas às séries mensais ou sazonais de temperatura. Os resultados são apoiados pela literatura especializada, que aponta a influência da precipitação nos trópicos. Entretanto, tirar conclusões mais sólidas sobre o papel do clima no crescimento de espécies arbóreas da FA exigirá maiores esforços no levantamento da diversidade da arbórea e no desenvolvimento de rigorosas cronologias codatadas

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