Publicação
Mortalidade cardiovascular e acidentes ambientais em Santos
| Resumo: | As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade no mundo e no Brasil. Há um declínio das taxas de mortalidade no Brasil do final do século passado até hoje, principalmente das doenças cerebrovasculares. Esse declínio provavelmente tem relação direta com o controle de fatores de risco, como hipertensão arterial, diabetes dislipidemia, tabagismo e sedentarismo. A poluição do ar se apresenta como um importante fator de risco para esse agravo e seu controle o torna totalmente evitável. Poluição intensa, ocasionando aumento de mortalidade, ajudou a estabelecer o nexo causal. A Baixada Santista, nos anos de 2015 e 2016, teve dois acidentes ambientais consecutivos e importantes. Para estudar a mortalidade cardiovascular no município de Santos antes e após os eventos, foram utilizados análise descritiva, testes U de Mann Whitney e Kruskall-Wallis. Os dados comparados foram analisados com nível de significância de 10%. Observou-se que idosose a população de 50 a 59 anos, evidenciaram maior mortalidade relacionada aos acidentes ambientais, coincidindo com dados da literatura, que demonstram suscetibilidade maior de idosos e acometimento maior da faixa etária de 50 e 59 anos,que comumente representa mortes evitáveis. O enfrentamento de desastres hoje é balizado em leis e diretrizes que encontram dificuldades de serem postas em prática. |
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| Autores principais: | SILVA, Beatriz Antoun da Fonseca e |
| Assunto: | CNPQ::CIENCIAS DA SAUDE::SAUDE COLETIVA mortalidade; cardiovascular; transversal; acidentes ambientais mortality; cardiovascular; cross-sectiona; environmentaldisasters |
| Ano: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | As doenças cardiovasculares são a principal causa de mortalidade no mundo e no Brasil. Há um declínio das taxas de mortalidade no Brasil do final do século passado até hoje, principalmente das doenças cerebrovasculares. Esse declínio provavelmente tem relação direta com o controle de fatores de risco, como hipertensão arterial, diabetes dislipidemia, tabagismo e sedentarismo. A poluição do ar se apresenta como um importante fator de risco para esse agravo e seu controle o torna totalmente evitável. Poluição intensa, ocasionando aumento de mortalidade, ajudou a estabelecer o nexo causal. A Baixada Santista, nos anos de 2015 e 2016, teve dois acidentes ambientais consecutivos e importantes. Para estudar a mortalidade cardiovascular no município de Santos antes e após os eventos, foram utilizados análise descritiva, testes U de Mann Whitney e Kruskall-Wallis. Os dados comparados foram analisados com nível de significância de 10%. Observou-se que idosose a população de 50 a 59 anos, evidenciaram maior mortalidade relacionada aos acidentes ambientais, coincidindo com dados da literatura, que demonstram suscetibilidade maior de idosos e acometimento maior da faixa etária de 50 e 59 anos,que comumente representa mortes evitáveis. O enfrentamento de desastres hoje é balizado em leis e diretrizes que encontram dificuldades de serem postas em prática. |
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