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Política e gestão do Patrimônio Cultural Imaterial: ações e práticas de salvaguarda voltadas para o protagonismo social

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Detalhes bibliográficos
Resumo:As experiências analisadas neste artigo referem-se a ações de reconhecimento e a práticas de salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (PCI), conduzidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) na última década. O foco são alguns processos de registro e planos de salvaguarda de bens culturais localizados na Região Sudeste, com destaque para os ofícios das paneleiras de Goiabeiras e das baianas de acarajé e o jongo no Sudeste. Identifica-se como um dos grandes desafios a articulação entre detentores, gestores públicos e privados, movimentos sociais e organizações da sociedade civil chamados a participar em conjunto da discussão sobre a maneira adequada de preservar, proteger e salvaguardar saberes e formas de manifestações culturais. Argumenta-se que somente através do protagonismo desses atores sociais se pode construir uma política de patrimônio cada vez mais inclusiva.
Autores principais:Simão, Lucieni de Menezes
Assunto:Patrimônio imaterial Salvaguarda Brasil
Ano:2016
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:As experiências analisadas neste artigo referem-se a ações de reconhecimento e a práticas de salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial (PCI), conduzidas pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) na última década. O foco são alguns processos de registro e planos de salvaguarda de bens culturais localizados na Região Sudeste, com destaque para os ofícios das paneleiras de Goiabeiras e das baianas de acarajé e o jongo no Sudeste. Identifica-se como um dos grandes desafios a articulação entre detentores, gestores públicos e privados, movimentos sociais e organizações da sociedade civil chamados a participar em conjunto da discussão sobre a maneira adequada de preservar, proteger e salvaguardar saberes e formas de manifestações culturais. Argumenta-se que somente através do protagonismo desses atores sociais se pode construir uma política de patrimônio cada vez mais inclusiva.

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