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Sob o olhar do fotógrafo: quadrinhos e fotografia na narrativa jornalística
| Summary: | O jornalismo se estabeleceu no meio impresso (jornais e revistas) com textos tradicionais e, muitas vezes reféns do lide. A junção de fotografia e quadrinhos ainda é embrionária, mas surge como um recurso para a inovação do jornalismo, já tão dependente de antigos formatos. Nesta monografia, a obra O Fotógrafo é analisada para observar como essas mídias, quadrinhos e fotografia, podem servir de plataforma para uma narrativa jornalística. Em 1986 o fotojornalista Didier Lefèvre viajou ao Afeganistão para acompanhar a caravana de uma equipe da organização Médicos Sem Fronteiras. O intuito era fotografar o trabalho da ONG e revelar a situação do povo afegão em meio à invasão soviética, que durou 10 anos. Na época, seis fotos, de quatro mil, foram publicadas. Treze anos depois, o quadrinista Emmanuel Guibert sugeriu que a história, já esquecida dentro de caixas, virasse livro. Assim nasceu O Fotógrafo, uma obra em quadrinhos, mas que incorpora as fotografias de Lefèvre e seu relato jornalístico das consequências do conflito no país. Por diversas características, a história será analisada pelo viés do jornalismo gonzo e, ainda, do new journalism |
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| Main Authors: | Nascimento, Monique dos Santos |
| Subject: | Histórias em quadrinhos Fotojornalismo Fotografia Jornalismo Comic books, strips, etc |
| Year: | 2015 |
| Country: | Brazil |
| Document type: | bachelor thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | IBICT |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Oasisbr |
| Summary: | O jornalismo se estabeleceu no meio impresso (jornais e revistas) com textos tradicionais e, muitas vezes reféns do lide. A junção de fotografia e quadrinhos ainda é embrionária, mas surge como um recurso para a inovação do jornalismo, já tão dependente de antigos formatos. Nesta monografia, a obra O Fotógrafo é analisada para observar como essas mídias, quadrinhos e fotografia, podem servir de plataforma para uma narrativa jornalística. Em 1986 o fotojornalista Didier Lefèvre viajou ao Afeganistão para acompanhar a caravana de uma equipe da organização Médicos Sem Fronteiras. O intuito era fotografar o trabalho da ONG e revelar a situação do povo afegão em meio à invasão soviética, que durou 10 anos. Na época, seis fotos, de quatro mil, foram publicadas. Treze anos depois, o quadrinista Emmanuel Guibert sugeriu que a história, já esquecida dentro de caixas, virasse livro. Assim nasceu O Fotógrafo, uma obra em quadrinhos, mas que incorpora as fotografias de Lefèvre e seu relato jornalístico das consequências do conflito no país. Por diversas características, a história será analisada pelo viés do jornalismo gonzo e, ainda, do new journalism |
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