Publicação
INFLUÊNCIA DA ADIÇÃO DE PALHA DE CANA-DE-AÇÚCAR NA DEGRADAÇÃO DE 14C-AMETRINA EM SOLO AREIA QUARTZOSA
| Resumo: | A degradabilidade do herbicida ametrina foi determinada em solo Areia Quartzosa com e sem adição de folhas secas de cana-de-açúcar, cultivada em campo, tratada ou não tratada com herbicida ametrina e em solo esterilizado. Amostras de 10g de solo com umidade ajustada à 70% da capacidade de campo e tratadas com 1ml de 14C-ametrina, na concentração de 8mg/ml e atividade específica de 800Bq/mg, foram distribuídas em frascos com tampa e incubadas em ambiente escuro, a 23oC, por 63 dias. Comparando a mineralização da ametrina em solo sem adição e com adição de folhas de cana-de-açúcar tratada ou não tratadas, observou-se 12 a 13 vezes mais 14CO2 desprendido em solos com a adição de palha. Nestes tratamentos foi observado, após 63 dias de incubação, maior número de microrgarnismos, maior atividade microbiana e formação de maior número de metabólitos, quando comparados com os tratamentos sem adição de palha ou o esterilizado. Os resultados sugerem que a degradação da ametrina é de origem microbiológica e ocorre por cometabolismo. |
|---|---|
| Autores principais: | COSTA,M.A. |
| Outros Autores: | MONTEIRO,R.T.R.; TORNISIELO,V.L. |
| Assunto: | degradação ametrina cana-de-açúcar herbicida solo areia quartzoa |
| Ano: | 1997 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | A degradabilidade do herbicida ametrina foi determinada em solo Areia Quartzosa com e sem adição de folhas secas de cana-de-açúcar, cultivada em campo, tratada ou não tratada com herbicida ametrina e em solo esterilizado. Amostras de 10g de solo com umidade ajustada à 70% da capacidade de campo e tratadas com 1ml de 14C-ametrina, na concentração de 8mg/ml e atividade específica de 800Bq/mg, foram distribuídas em frascos com tampa e incubadas em ambiente escuro, a 23oC, por 63 dias. Comparando a mineralização da ametrina em solo sem adição e com adição de folhas de cana-de-açúcar tratada ou não tratadas, observou-se 12 a 13 vezes mais 14CO2 desprendido em solos com a adição de palha. Nestes tratamentos foi observado, após 63 dias de incubação, maior número de microrgarnismos, maior atividade microbiana e formação de maior número de metabólitos, quando comparados com os tratamentos sem adição de palha ou o esterilizado. Os resultados sugerem que a degradação da ametrina é de origem microbiológica e ocorre por cometabolismo. |
|---|
Atividades financiadas
Não foram encontrados projetos financiados.