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Determinantes do investimento estrangeiro direto no Brasil: uma aplicação da metodologia var com dados em painel

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O Investimento Estrangeiro Direto (IED) é um dos principais fluxos de capital para financiamento de países emergentes. A despeito do uso de diferentes metodologias, amostras e especificações para identificar como os aspectos institucionais e economicos influenciam tais fluxos, as lacunas na compreensão sobre este tema persistem. Visando contribuir para esta literatura, este trabalho utiliza uma metodologia de panel VAR para identificar como variáveis cíclicas, domésticas e externas, influenciaram o fluxo de IED no Brasil entre os anos de 2001 e 2017. Os resultados obtidos estão em linha com a literatura dedicada tanto aos países emergentes quanto ao caso brasileiro: tanto aspectos locais quanto externos ajudam a explicar o fluxo, embora seus efeitos sejam distintos em intensidade e persistência a depender do movimento em questão (ingresso, regresso ou resultado líquido). Por fim, a maior parte da variância observada no IED pode ser explicada por defasagens do próprio fluxo, o que evidencia a importância de se incorporar também fatores estruturais e institucionais ao se modelar movimentos de acumulação de poupança externa
Autores principais:Sampaio, Mirella Mirandola
Assunto:Foreign Direct Investment. Panel VAR. Investimento estrangeiro direto. Panel VAR.
Ano:2021
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O Investimento Estrangeiro Direto (IED) é um dos principais fluxos de capital para financiamento de países emergentes. A despeito do uso de diferentes metodologias, amostras e especificações para identificar como os aspectos institucionais e economicos influenciam tais fluxos, as lacunas na compreensão sobre este tema persistem. Visando contribuir para esta literatura, este trabalho utiliza uma metodologia de panel VAR para identificar como variáveis cíclicas, domésticas e externas, influenciaram o fluxo de IED no Brasil entre os anos de 2001 e 2017. Os resultados obtidos estão em linha com a literatura dedicada tanto aos países emergentes quanto ao caso brasileiro: tanto aspectos locais quanto externos ajudam a explicar o fluxo, embora seus efeitos sejam distintos em intensidade e persistência a depender do movimento em questão (ingresso, regresso ou resultado líquido). Por fim, a maior parte da variância observada no IED pode ser explicada por defasagens do próprio fluxo, o que evidencia a importância de se incorporar também fatores estruturais e institucionais ao se modelar movimentos de acumulação de poupança externa

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