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Metas de inflação, câmbio flexível e autonomia de política monetária

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O propósito deste estudo é investigar a perda ou ganho de autonomia de política monetária advinda da adoção do regime de metas de inflação em conjunto com o sistema de taxa de câmbio flexível, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Para contemplar este objetivo, realiza-se a análise das funções impulso-resposta e decomposição da variância oriundas da estimação de regressões pelo método dos vetores auto-regressivos (VAR). Os resultados empíricos do presente trabalho sugerem que a adoção do regime de metas de inflação levou a: i) no caso dos países em desenvolvimento, perda de autonomia de política monetária para o caso chileno e resultados inconclusivos para Brasil e México e; ii) ganho de autonomia de política monetária para os países desenvolvidos analisados. Desta forma, evidencia-se um comportamento divergente no tocante a autonomia de política monetária para os países desenvolvidos e em desenvolvimento, quando se considera o impacto gerado pela adoção do regime de metas de inflação em conjunto com o sistema de câmbio flexível.
Autores principais:Joao Luis Resende
Assunto:Política monetária Câmbio Inflação Política monetária Câmbio Política econômica Inflação
Ano:2019
País:Brasil
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O propósito deste estudo é investigar a perda ou ganho de autonomia de política monetária advinda da adoção do regime de metas de inflação em conjunto com o sistema de taxa de câmbio flexível, em países desenvolvidos e em desenvolvimento. Para contemplar este objetivo, realiza-se a análise das funções impulso-resposta e decomposição da variância oriundas da estimação de regressões pelo método dos vetores auto-regressivos (VAR). Os resultados empíricos do presente trabalho sugerem que a adoção do regime de metas de inflação levou a: i) no caso dos países em desenvolvimento, perda de autonomia de política monetária para o caso chileno e resultados inconclusivos para Brasil e México e; ii) ganho de autonomia de política monetária para os países desenvolvidos analisados. Desta forma, evidencia-se um comportamento divergente no tocante a autonomia de política monetária para os países desenvolvidos e em desenvolvimento, quando se considera o impacto gerado pela adoção do regime de metas de inflação em conjunto com o sistema de câmbio flexível.

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