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Fotografia tátil como ferramenta de inclusão social de deficientes visuais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O projeto de fotografia tátil, criado em 2015, busca a inclusão dos deficientes visuais na arte, com enfoque na fotografia. O projeto iniciou-se a partir de oficinas de fotografia com alunos e a comunidade em geral , onde tinham a oportunidade de produzir suas próprias fotos privados da visão, apenas com um guia orientando a melhor forma de tirar a foto e fazendo a descrição do local. O objetivo das oficinas é possibilitar a produção de fotos feitas por deficientes visuais, onde posteriormente serão aplicados padrões via programação e assim, entalhadas em placas de madeira por meio de técnicas de usinagem 3D. A metodologia do projeto teve como referências os trabalhos semelhantes realizados no SENAI e na USP, fotógrafos com deficiência visual como Evgen Bavcar, e o livro “Olhos da Pele - Arquitetura dos sentidos”. O projeto, já em seu segundo ano, realizou 5 exposições e pretende, neste ano, com a venda das peças produzidas em 2014, realizar novas oficinas e produzir novas peças, contando com novos padrões táteis de processamento de imagem. Essa mudança busca a melhoria dos padrões táteis, se baseando nas experiências obtidas nas exposições que foram realizadas. Nos Encontros Universitários, a apresentação será por comunicação oral não convencional, devendo contar com a exposição das novas peças produzidas e com vídeos das vivências realizadas, necessitando, assim, de mesas para as peças e de um projetor para a exibição dos vídeos.
Autores principais:Roldan, Ana Carolina de Azevedo Salas
Outros Autores:Calvet, Lya; Carvalho, Denise Moreira; Barros, Luana; Vieira, Roberto Cesar Cavalcante
Assunto:Fotografia tatil Programação Inclusão social
Ano:2017
País:Brasil
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O projeto de fotografia tátil, criado em 2015, busca a inclusão dos deficientes visuais na arte, com enfoque na fotografia. O projeto iniciou-se a partir de oficinas de fotografia com alunos e a comunidade em geral , onde tinham a oportunidade de produzir suas próprias fotos privados da visão, apenas com um guia orientando a melhor forma de tirar a foto e fazendo a descrição do local. O objetivo das oficinas é possibilitar a produção de fotos feitas por deficientes visuais, onde posteriormente serão aplicados padrões via programação e assim, entalhadas em placas de madeira por meio de técnicas de usinagem 3D. A metodologia do projeto teve como referências os trabalhos semelhantes realizados no SENAI e na USP, fotógrafos com deficiência visual como Evgen Bavcar, e o livro “Olhos da Pele - Arquitetura dos sentidos”. O projeto, já em seu segundo ano, realizou 5 exposições e pretende, neste ano, com a venda das peças produzidas em 2014, realizar novas oficinas e produzir novas peças, contando com novos padrões táteis de processamento de imagem. Essa mudança busca a melhoria dos padrões táteis, se baseando nas experiências obtidas nas exposições que foram realizadas. Nos Encontros Universitários, a apresentação será por comunicação oral não convencional, devendo contar com a exposição das novas peças produzidas e com vídeos das vivências realizadas, necessitando, assim, de mesas para as peças e de um projetor para a exibição dos vídeos.

Atividades financiadas

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