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Mídia e literatura: o uso dos nomes próprios como metalinguagem crítica dos meios de comunicação

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O presente trabalho trata das relações que a literatura, mais especificamente a literatura brasileira contemporânea, estabelece com os meios de comunicação de massa. Partindo de um percurso teórico estabelecido entre autores das Teorias da Comunicação, propõe-se que alguns textos literários funcionem como uma metalinguagem crítica das mídias. A expressão material dessas relações encontra-se na utilização do nome próprio de figuras midiáticas como personagens ficcionais em textos de autores brasileiros, mais especificamente em Panamérica, de José Agrippino de Paula; O dia que Ernest Hemingway morreu crucificado, de Roberto Drummond; Não há nada lá, de Joca Reiners Terron e Inverdades, de André Sant’anna.
Autores principais:Araujo, André Corrêa da Silva de
Assunto:Meios de comunicação de massa Literatura brasileira
Ano:2014
País:Brasil
Tipo de documento:trabalho de fim de curso
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O presente trabalho trata das relações que a literatura, mais especificamente a literatura brasileira contemporânea, estabelece com os meios de comunicação de massa. Partindo de um percurso teórico estabelecido entre autores das Teorias da Comunicação, propõe-se que alguns textos literários funcionem como uma metalinguagem crítica das mídias. A expressão material dessas relações encontra-se na utilização do nome próprio de figuras midiáticas como personagens ficcionais em textos de autores brasileiros, mais especificamente em Panamérica, de José Agrippino de Paula; O dia que Ernest Hemingway morreu crucificado, de Roberto Drummond; Não há nada lá, de Joca Reiners Terron e Inverdades, de André Sant’anna.

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