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Estrutura de duas formações vegetais do cordão externo da restinga de Marambaia, RJ

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Foram caracterizadas duas formações vegetais, psamófila-reptante e arbustiva de Palmae, no cordão arenoso externo da restinga de Marambaia (RJ) com base na posição topográfica, na fisionomia e na estrutura, utilizando-se o método de parcelas. Embora as duas formações sejam visualmente distintas, há uma zona de transição entre elas. Das 23 espécies amostradas na formação psamófila-reptante, Ipomoea pes-caprae, Ipomoea imperati, Allagoptera arenaria, Sporobolus virginicus, Remirea marítima e Panicum racemosum despontaram com maiores valores de importância (VI). A formação halófila dominada por Blutaparon portulacoides, típica de outras restingas no litoral brasileiro, não foi identificada devido ao intenso dinamismo da faixa entre o mar e a primeira linha de cristas praiais estabilizadas. A formação arbustiva de Palmae é dominada por Allagoptera arenaria, com 56% do VI total, dentre as 64 espécies amostradas. As duas formações são dominadas por geófitas rizomatosas.
Autores principais:Menezes,Luis Fernando Tavares de
Outros Autores:Araujo,Dorothy Sue Dunn de
Assunto:formações vegetais fitossociologia Marambaia restinga
Ano:1999
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Foram caracterizadas duas formações vegetais, psamófila-reptante e arbustiva de Palmae, no cordão arenoso externo da restinga de Marambaia (RJ) com base na posição topográfica, na fisionomia e na estrutura, utilizando-se o método de parcelas. Embora as duas formações sejam visualmente distintas, há uma zona de transição entre elas. Das 23 espécies amostradas na formação psamófila-reptante, Ipomoea pes-caprae, Ipomoea imperati, Allagoptera arenaria, Sporobolus virginicus, Remirea marítima e Panicum racemosum despontaram com maiores valores de importância (VI). A formação halófila dominada por Blutaparon portulacoides, típica de outras restingas no litoral brasileiro, não foi identificada devido ao intenso dinamismo da faixa entre o mar e a primeira linha de cristas praiais estabilizadas. A formação arbustiva de Palmae é dominada por Allagoptera arenaria, com 56% do VI total, dentre as 64 espécies amostradas. As duas formações são dominadas por geófitas rizomatosas.

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