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Influência da adição de pectina e farelo de soja sobre a digestibilidade aparente de nutrientes, em eqüinos

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Detalhes bibliográficos
Resumo:O trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar a influência da adição de pectina e farelo de soja sobre a digestibilidade aparente de nutrientes, em eqüinos. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 4x2, sendo qautro níveis de pectina (0, 1, 2 e 3% da MS do feno de coastcross consumido) e a adição ou não de farelo de soja, totalizando oito tratamentos, com quatro repetições. As variáveis estudadas foram os coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca (CDAMS), proteína bruta (CDAPB), fibra em detergente neutro (CDAFDN), fibra em detergente ácido (CDAFDA), hemicelulose (CDAHEM), energia bruta (CDAEB) e a energia digestível (ED). A adição de pectina não afetou o CDAMS, CDAFDN, CDAFDA, CDAEB e nem a ED; porém melhorou o CDAPB, no nível de 1,25%, e o CDAHEM, em todos os níveis utilizados. Concluiu-se que a adição de 1,25% de pectina à dieta melhorou a digestibilidade aparente da PB e a adição de 3% de pectina proporcionou a melhor digestibilidade aparente da hemicelulose. A adição de farelo de soja à dieta, com o intuito de aumentar o aproveitamento da fibra bruta dos alimentos como fonte de energia, não é aconselhavel, uma vez que não houve melhora da digestibilidade aparente da FDN e da FDA.
Autores principais:Oliveira, Gabriel Jorge Carneiro de
Outros Autores:Lima, José Augusto de Freitas; Araújo, Kleber Vilela; Fialho, Elias Tadeu; Bertechini, Antônio Gilberto; Pérez, Juan Rámon Olalquiaga; Freitas, Rilke Tadeu F.
Assunto:cavalo digestibilidade pectina digestibility horse pectin
Ano:2017
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:O trabalho foi conduzido com o objetivo de avaliar a influência da adição de pectina e farelo de soja sobre a digestibilidade aparente de nutrientes, em eqüinos. Foi utilizado um delineamento inteiramente casualizado em esquema fatorial 4x2, sendo qautro níveis de pectina (0, 1, 2 e 3% da MS do feno de coastcross consumido) e a adição ou não de farelo de soja, totalizando oito tratamentos, com quatro repetições. As variáveis estudadas foram os coeficientes de digestibilidade aparente da matéria seca (CDAMS), proteína bruta (CDAPB), fibra em detergente neutro (CDAFDN), fibra em detergente ácido (CDAFDA), hemicelulose (CDAHEM), energia bruta (CDAEB) e a energia digestível (ED). A adição de pectina não afetou o CDAMS, CDAFDN, CDAFDA, CDAEB e nem a ED; porém melhorou o CDAPB, no nível de 1,25%, e o CDAHEM, em todos os níveis utilizados. Concluiu-se que a adição de 1,25% de pectina à dieta melhorou a digestibilidade aparente da PB e a adição de 3% de pectina proporcionou a melhor digestibilidade aparente da hemicelulose. A adição de farelo de soja à dieta, com o intuito de aumentar o aproveitamento da fibra bruta dos alimentos como fonte de energia, não é aconselhavel, uma vez que não houve melhora da digestibilidade aparente da FDN e da FDA.

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