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Eu... Uma pesquisadora narrativa: aprendendo a pensar e escrever narrativamente

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nesta pesquisa autobiográfica, narro e componho sentidos do meu percurso de pesquisadora, permeado de tensões, de incertezas e de aprendizagem. Meu objetivo inicial foi compreender narrativamente a experiência de me constituir uma pesquisadora narrativa, ao aprender a pensar e a escrever narrativamente. Um desdobramento desse primeiro objetivo, ao narrar a experiência e redigir o texto de pesquisa, foi perceber como são algumas interações entre os membros de um grupo de pesquisa, ou comunidade responsiva. Meu trabalho foi norteado pelas premissas da pesquisa narrativa, segundo Clandinin e Connelly (2000; 2015), dentre outros pesquisadores. Inicio este artigo com minha narrativa, apresentando-me e descrevendo o meu contexto: como fui provocada a viver uma história de pesquisa embasada nos pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa narrativa. Posteriormente, narro o meu entrar no entremeio da pesquisa narrativa. Conto histórias vividas nos encontros do grupo de pesquisa, apontando para a importância da prática e do aspecto relacional, e histórias que vivi como parecerista e como organizadora de eventos, reconhecendo minha antiga concepção de busca por verdades e a transição para honrar o fazer colaborativo. Analiso o meu pensar e o meu escrever em direção ao fazer narrativo, tanto em termos das pesquisas que desenvolvo e para além do pesquisar. Narro tensões vivenciadas, ao aprender a pensar e escrever narrativamente, e concluo que o processo é aberto, e o tornar-me pesquisadora está sempre em progresso.
Autores principais:Souza, Valeska Virgínia Soares
Assunto:Pesquisa narrativa. Autobiografia. Percurso de pesquisadora. Histórias que me constituem
Ano:2018
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Nesta pesquisa autobiográfica, narro e componho sentidos do meu percurso de pesquisadora, permeado de tensões, de incertezas e de aprendizagem. Meu objetivo inicial foi compreender narrativamente a experiência de me constituir uma pesquisadora narrativa, ao aprender a pensar e a escrever narrativamente. Um desdobramento desse primeiro objetivo, ao narrar a experiência e redigir o texto de pesquisa, foi perceber como são algumas interações entre os membros de um grupo de pesquisa, ou comunidade responsiva. Meu trabalho foi norteado pelas premissas da pesquisa narrativa, segundo Clandinin e Connelly (2000; 2015), dentre outros pesquisadores. Inicio este artigo com minha narrativa, apresentando-me e descrevendo o meu contexto: como fui provocada a viver uma história de pesquisa embasada nos pressupostos teórico-metodológicos da pesquisa narrativa. Posteriormente, narro o meu entrar no entremeio da pesquisa narrativa. Conto histórias vividas nos encontros do grupo de pesquisa, apontando para a importância da prática e do aspecto relacional, e histórias que vivi como parecerista e como organizadora de eventos, reconhecendo minha antiga concepção de busca por verdades e a transição para honrar o fazer colaborativo. Analiso o meu pensar e o meu escrever em direção ao fazer narrativo, tanto em termos das pesquisas que desenvolvo e para além do pesquisar. Narro tensões vivenciadas, ao aprender a pensar e escrever narrativamente, e concluo que o processo é aberto, e o tornar-me pesquisadora está sempre em progresso.

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