Publicação
A formação nominal em português: um estudo sintático-semântico de bases enunciativas
| Resumo: | Esta pesquisa discute a semântica dos nomes, de acordo com as noções de acontecimento e encapsulamento, perpassadas pelas instâncias da memória e da atualidade. Propõe o conceito de formação nominal (FN) como categoria enunciativa e discute, também, os fundamentos da determinação nominal, assumindo a perspectiva de que os enunciados produzem demandas de especificação ao retirarem os nomes de um estado virtual de generalidade. É repensada, dessa forma, a visão tradicional segundo a qual os nomes exigem termos que lhes completem o sentido, de modo a serem questionadas as controversas ideias de déficit e superávit norteadoras da descrição gramatical. De forma mais específica, são discutidos os critérios que diferenciam complementos nominais de adjuntos adnominais; os primeiros passam a ser definidos como categorias reencapsuladoras da discursividade do nome, ao passo que os segundos se definem por terem uma função enunciativa de regulação da unidade referencial do nome. Por fim, concebe-se que a determinação nominal ocorre não só no nível do sintagma, mas também no nível de todo o enunciado. |
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| Autores principais: | Igor Caixeta Trindade Guimaraes |
| Assunto: | Sintaxe Nomes Determinação Nominal Enunciação Lingua portuguesa Sintaxe Língua portuguesa Semântica Língua portuguesa Gramática Língua portuguesa Estudo e ensino Enunciação |
| Ano: | 2019 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Esta pesquisa discute a semântica dos nomes, de acordo com as noções de acontecimento e encapsulamento, perpassadas pelas instâncias da memória e da atualidade. Propõe o conceito de formação nominal (FN) como categoria enunciativa e discute, também, os fundamentos da determinação nominal, assumindo a perspectiva de que os enunciados produzem demandas de especificação ao retirarem os nomes de um estado virtual de generalidade. É repensada, dessa forma, a visão tradicional segundo a qual os nomes exigem termos que lhes completem o sentido, de modo a serem questionadas as controversas ideias de déficit e superávit norteadoras da descrição gramatical. De forma mais específica, são discutidos os critérios que diferenciam complementos nominais de adjuntos adnominais; os primeiros passam a ser definidos como categorias reencapsuladoras da discursividade do nome, ao passo que os segundos se definem por terem uma função enunciativa de regulação da unidade referencial do nome. Por fim, concebe-se que a determinação nominal ocorre não só no nível do sintagma, mas também no nível de todo o enunciado. |
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