Publicação
As práticas socioespaciais de alunos do ensino médio do bairro Taquara – Duque de Caxias – RJ
| Resumo: | Diariamente os alunos percorrem a cidade observando às transformações socioespaciais nos bairros, produzindo e consumindo identidades, criando histórias. A educação geográfica visa estimular às suas capacidades analíticas, reflexivas e críticas, considerando-os como sujeitos ativos e o centro do processo de ensino e aprendizagem, despertando o raciocínio geográfico. Desta forma, a pesquisa tem como objetivo geral analisar, a partir das práticas socioespaciais dos alunos, leituras do espaço urbano de Duque de Caxias e do bairro Taquara, visando à participação mais efetiva na construção do conhecimento geográfico. Como objetivos específicos tem-se: a) compreender a produção social do espaço urbano de Duque de Caxias e o bairro Taquara; b) analisar a importância das práticas socioespaciais para a construção do conhecimento geográfico sobre a cidade; c) reconhecer a didática histórico-crítica para o processo de ensino e aprendizagem; d) argumentar como o estudo da cidade e do urbano contribui para a formação cidadã e o direito à cidade. Como forma de mediação entre os conhecimentos e para se pensar os processos urbanos e socioespaciais na cidade e no bairro pesquisados, buscou-se um diálogo entre a educação geográfica e a didática histórico-crítica social a partir de cinco passos: prática social inicial; problematização; instrumentalização; catarse e prática social final. O referencial metodológico escolhido foi a abordagem qualitativa Estudo de Caso, uma forma particular de estudo possibilitando na escolha do objeto e sujeito a serem estudados. O conhecimento gerado é mais concreto, mais contextualizado e voltado para interpretação do leitor. Abordar às práticas socioespaciais dos alunos nesta metodologia permite analisar a construção geográfica da sociedade e interpretar a sua organização por intermédio da compreensão da ação dos seus diferentes sujeitos, de suas práticas-saberes espaciais. Para tanto, os instrumentos de pesquisas são a aplicação dos questionários junto aos alunos, a realização do trabalho de campo pela localidade, uso de imagens, construção de cartilha e entrevista. De início, os alunos enfrentaram dificuldades quanto aos conteúdos e os conceitos geográficos e a articulação com os fenômenos da cidade. O desenvolvimento da oficina, o trabalho de campo, a construção da cartilha e a entrevista foram relevantes para o processo de ensino aprendizagem, possibilitando a construção do conhecimento, mobilizando a formação crítica cidadã e o interesse de conhecer sobre a cidade que moram. |
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| Autores principais: | Leite, Edson José Diniz |
| Assunto: | Cidade Educação geográfica Práticas socioespaciais Didática histórico - crítica Geografia - Estudo e ensino Espaço urbano - Duque de Caxias (RJ) City Geographical education Historical - critical didatics Socio-spatial practices CIENCIAS HUMANAS::GEOGRAFIA::GEOGRAFIA HUMANA |
| Ano: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Diariamente os alunos percorrem a cidade observando às transformações socioespaciais nos bairros, produzindo e consumindo identidades, criando histórias. A educação geográfica visa estimular às suas capacidades analíticas, reflexivas e críticas, considerando-os como sujeitos ativos e o centro do processo de ensino e aprendizagem, despertando o raciocínio geográfico. Desta forma, a pesquisa tem como objetivo geral analisar, a partir das práticas socioespaciais dos alunos, leituras do espaço urbano de Duque de Caxias e do bairro Taquara, visando à participação mais efetiva na construção do conhecimento geográfico. Como objetivos específicos tem-se: a) compreender a produção social do espaço urbano de Duque de Caxias e o bairro Taquara; b) analisar a importância das práticas socioespaciais para a construção do conhecimento geográfico sobre a cidade; c) reconhecer a didática histórico-crítica para o processo de ensino e aprendizagem; d) argumentar como o estudo da cidade e do urbano contribui para a formação cidadã e o direito à cidade. Como forma de mediação entre os conhecimentos e para se pensar os processos urbanos e socioespaciais na cidade e no bairro pesquisados, buscou-se um diálogo entre a educação geográfica e a didática histórico-crítica social a partir de cinco passos: prática social inicial; problematização; instrumentalização; catarse e prática social final. O referencial metodológico escolhido foi a abordagem qualitativa Estudo de Caso, uma forma particular de estudo possibilitando na escolha do objeto e sujeito a serem estudados. O conhecimento gerado é mais concreto, mais contextualizado e voltado para interpretação do leitor. Abordar às práticas socioespaciais dos alunos nesta metodologia permite analisar a construção geográfica da sociedade e interpretar a sua organização por intermédio da compreensão da ação dos seus diferentes sujeitos, de suas práticas-saberes espaciais. Para tanto, os instrumentos de pesquisas são a aplicação dos questionários junto aos alunos, a realização do trabalho de campo pela localidade, uso de imagens, construção de cartilha e entrevista. De início, os alunos enfrentaram dificuldades quanto aos conteúdos e os conceitos geográficos e a articulação com os fenômenos da cidade. O desenvolvimento da oficina, o trabalho de campo, a construção da cartilha e a entrevista foram relevantes para o processo de ensino aprendizagem, possibilitando a construção do conhecimento, mobilizando a formação crítica cidadã e o interesse de conhecer sobre a cidade que moram. |
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