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Autorregulação: “O que é isso? Preciso disso para brincar?”

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A autorregulação de competências emocionais e comportamentais em idade pré-escolar assume-se como fator chave no desenvolvimento infantil. Este estudo, realizou uma revisão de literatura desse constructo a par de uma intervenção nas práticas educativas. Estas, focaram-se na promoção da capacidade da criança se autorregular a nível emocional e comportamental, através de atividades que visavam promover o reconhecimento das suas emoções, bem como as do outro. O estudo foi realizado em contexto pré-escolar, com vinte e quatro crianças com idades compreendidas entre os quatro e cinco anos, numa instituição particular de solidariedade social, em Lisboa. Contou, ainda, com a cooperação da educadora de sala. Com o objetivo de munir as crianças com instrumentos promotores de competências emocionais e comportamentais equilibradas e ajustáveis ao contexto social e educativo em questão, foi desenvolvida uma intervenção dividida em três blocos - um primeiro bloco direcionado à aquisição de regras de sala; um segundo, focado em sessões de relaxamento assentes na meditação/Mindfulness; e um terceiro bloco promotor do reconhecimento das emoções e sentimentos básicos do ser humano (alegria, tristeza, medo, zanga). Carateriza-se por apresentar uma metodologia qualitativa, que sucede de uma observação prévia, desenvolvendo-se a intervenção através de uma espiral autorreflexiva. Os métodos utilizados para a construção deste conhecimento específico são as observações diretas de comportamentos, com e sem intervenção. Os instrumentos de avaliação e de recolha de dados utilizados foram as notas de campo, enquanto registo das observações e os registos das partilhas das crianças sobre as atividades experienciadas. Em suma, e após a intervenção, concluo que as crianças em idade pré-escolar, identificam e descrevem as emoções primárias, evidenciam sentimentos de empatia para com os pares, e apresentam melhorias nas suas capacidades relacionais, contribuindo para um melhor ambiente educativo. O papel do Educador de Infância assume relevância nestas aquisições, pela proposta pedagógica intencional que as potenciou.
Autores principais:Glória , Ana Rita Frias Duarte da
Assunto:Competências emocionais Competências comportamentais Autorregulação Educação pré-escolar Emotional competences Behavioural competences Self-regulation Preschool education
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso restrito
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A autorregulação de competências emocionais e comportamentais em idade pré-escolar assume-se como fator chave no desenvolvimento infantil. Este estudo, realizou uma revisão de literatura desse constructo a par de uma intervenção nas práticas educativas. Estas, focaram-se na promoção da capacidade da criança se autorregular a nível emocional e comportamental, através de atividades que visavam promover o reconhecimento das suas emoções, bem como as do outro. O estudo foi realizado em contexto pré-escolar, com vinte e quatro crianças com idades compreendidas entre os quatro e cinco anos, numa instituição particular de solidariedade social, em Lisboa. Contou, ainda, com a cooperação da educadora de sala. Com o objetivo de munir as crianças com instrumentos promotores de competências emocionais e comportamentais equilibradas e ajustáveis ao contexto social e educativo em questão, foi desenvolvida uma intervenção dividida em três blocos - um primeiro bloco direcionado à aquisição de regras de sala; um segundo, focado em sessões de relaxamento assentes na meditação/Mindfulness; e um terceiro bloco promotor do reconhecimento das emoções e sentimentos básicos do ser humano (alegria, tristeza, medo, zanga). Carateriza-se por apresentar uma metodologia qualitativa, que sucede de uma observação prévia, desenvolvendo-se a intervenção através de uma espiral autorreflexiva. Os métodos utilizados para a construção deste conhecimento específico são as observações diretas de comportamentos, com e sem intervenção. Os instrumentos de avaliação e de recolha de dados utilizados foram as notas de campo, enquanto registo das observações e os registos das partilhas das crianças sobre as atividades experienciadas. Em suma, e após a intervenção, concluo que as crianças em idade pré-escolar, identificam e descrevem as emoções primárias, evidenciam sentimentos de empatia para com os pares, e apresentam melhorias nas suas capacidades relacionais, contribuindo para um melhor ambiente educativo. O papel do Educador de Infância assume relevância nestas aquisições, pela proposta pedagógica intencional que as potenciou.

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