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Contributos da psicologia comunitária para a inovação em políticas públicas

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Psicologia Comunitária integra na sua tradição a aspiração de ser fonte inspiradora de movimentos de mudança social; nesta esteira procura documentar-se como desde o final dos anos 80, esforços de implementação de iniciativas na comunidade, têm vindo a ser desenvolvidos em Portugal com base nos seus princípios e valores. As iniciativas abordadas foram organizadas pela sociedade civil. Através do seu percurso de desenvolvimento e dos seus contributos para a formulação de políticas públicas no contexto sociopolítico português, apresentam-se a AEIPS (Associação para o Estudo e Integração Psicossocial), criada em 1987 e a AMCV (Associação de Mulheres Contra a Violência), fundada em 1992. A primeira intervém na área da criação de um sistema comunitário de apoio à desinstitucionalização da população com doença mental e a segunda, igualmente na criação de um sistema comunitário de apoio, mas direccionado para mulheres e crianças sobreviventes de violência doméstica. As principais influências documentadas estão relacionadas, por um lado, com os contributos para a visibilidade dos fenómenos associados ao isolamento e vulnerabilidade dos grupos abrangidos e, por outro, na participação efectiva em eventos ou na produção de documentos e regulamentos de implementação de políticas públicas nas duas áreas em análise.
Autores principais:Ornelas, José
Outros Autores:Moniz, Maria João Vargas
Assunto:Psicologia comunitária Políticas públicas Mudança social
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:documento de conferência
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Ispa-Instituto Universitário
Idioma:português
Origem:Repositório do Ispa - Instituto Universitário
Descrição
Resumo:A Psicologia Comunitária integra na sua tradição a aspiração de ser fonte inspiradora de movimentos de mudança social; nesta esteira procura documentar-se como desde o final dos anos 80, esforços de implementação de iniciativas na comunidade, têm vindo a ser desenvolvidos em Portugal com base nos seus princípios e valores. As iniciativas abordadas foram organizadas pela sociedade civil. Através do seu percurso de desenvolvimento e dos seus contributos para a formulação de políticas públicas no contexto sociopolítico português, apresentam-se a AEIPS (Associação para o Estudo e Integração Psicossocial), criada em 1987 e a AMCV (Associação de Mulheres Contra a Violência), fundada em 1992. A primeira intervém na área da criação de um sistema comunitário de apoio à desinstitucionalização da população com doença mental e a segunda, igualmente na criação de um sistema comunitário de apoio, mas direccionado para mulheres e crianças sobreviventes de violência doméstica. As principais influências documentadas estão relacionadas, por um lado, com os contributos para a visibilidade dos fenómenos associados ao isolamento e vulnerabilidade dos grupos abrangidos e, por outro, na participação efectiva em eventos ou na produção de documentos e regulamentos de implementação de políticas públicas nas duas áreas em análise.

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