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Experiência de condução sob efeito do álcool
| Summary: | O presente estudo aborda a condução contra-ordenacional sob efeito do álcool. Com ancoragem num modelo teórico de vertente fenomenológica, propomos abordar a experiência individual e subjetiva do sujeito, numa captação da relação sujeito-mundo que venha dar conta do modo como este experiencia, conhece e concebe a condução sob efeito do álcool, de um prisma psicológico. Este estudo avalia cinco sujeitos do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 24 e os 30 anos. Apostámos numa metodologia qualitativa, da qual a entrevista semiestruturada e interpretativa foi o instrumento privilegiado. No geral, concluímos que o indivíduo português, jovem adulto e socialmente integrado, incorre na prática corrente da condução contra-ordenacional sob efeito do álcool a favor e na decorrência de eventos sociais recreativos, de onde que acreditamos estar perante um paradigma que evoca uma complacência generalizada e culturalmente permissiva face a estes comportamentos de risco público. |
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| Main Authors: | Contreiras, Anabela Cardoso |
| Subject: | Condução Álcool Jovem Driving Alcohol Young |
| Year: | 2015 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | restricted access |
| Associated institution: | Ispa-Instituto Universitário |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Repositório do Ispa - Instituto Universitário |
| Summary: | O presente estudo aborda a condução contra-ordenacional sob efeito do álcool. Com ancoragem num modelo teórico de vertente fenomenológica, propomos abordar a experiência individual e subjetiva do sujeito, numa captação da relação sujeito-mundo que venha dar conta do modo como este experiencia, conhece e concebe a condução sob efeito do álcool, de um prisma psicológico. Este estudo avalia cinco sujeitos do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 24 e os 30 anos. Apostámos numa metodologia qualitativa, da qual a entrevista semiestruturada e interpretativa foi o instrumento privilegiado. No geral, concluímos que o indivíduo português, jovem adulto e socialmente integrado, incorre na prática corrente da condução contra-ordenacional sob efeito do álcool a favor e na decorrência de eventos sociais recreativos, de onde que acreditamos estar perante um paradigma que evoca uma complacência generalizada e culturalmente permissiva face a estes comportamentos de risco público. |
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