Publicação
Prática de Ensino Supervisionada – Pensamento crítico e pensamento criativo
| Resumo: | O pensamento crítico e pensamento criativo é claramente uma competência em crescendo, se atendermos à importância que assume para a nossa sociedade. Foi, inclusivamente, incluída no grupo das competências para o século XXI. A principal questão prende-se com a necessidade de desenvolver esta competência nas crianças, desde cedo, nas instituições de ensino, no sentido de se pensar em estratégias que permitam que as crianças se desenvolvam crítica e criativamente. Pensar crítica e criativamente é uma área de competência fundamental também para o exercício da cidadania. Por esta razão, é uma das áreas de competências observada no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória para o Século XXI. Daqui advém a pertinência de elaborarmos esta investigação, tendo por base responder à seguinte questão-problema: Como potenciar o pensamento crítico e pensamento criativo em contexto escolar? De forma a respondermos a esta questão definimos a priori os seguintes objetivos: (i) (re)conhecer o contexto educativo como um dos agentes que facilita ou inibe a capacidade criativa; (ii) definir estratégias que ajudem a criança a desenvolver o pensamento crítico e pensamento criativo; (iii) estimular o raciocínio lógico através da promoção de tarefas que desafiem o pensamento crítico e pensamento criativo; e (iv) analisar e avaliar a consistência dos raciocínios das crianças perante situações que exijam pensar crítica e criativamente. A metodologia utilizada, tratando-se de uma investigação sobre as nossas próprias práticas pedagógicas, num contexto de atividades/aulas, e com a utilização de tarefas exploratório-investigativas, sustenta-se numa abordagem qualitativa. Apesar de todas as dificuldades que limitaram as nossas práticas pedagógicas conseguimos retirar conclusões positivas, nomeadamente que as crianças foram capazes de estabelecer critérios para assumirem as suas ideias em discussões críticas, construindo argumentos para fundamentar as suas tomadas de posição. Fomos também percebendo que as crianças recorreram à imaginação, inventividade, desenvoltura e flexibilidade, e assumiram riscos para imaginarem além do conhecimento existente. |
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| Autores principais: | Teixeira, João Luís Gonçalves |
| Assunto: | Creche Educação pré-escolar 1.º ciclo do ensino básico Pensamento criativo Pensamento crítico |
| Ano: | 2021 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Politécnica de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital da UPB |
| Resumo: | O pensamento crítico e pensamento criativo é claramente uma competência em crescendo, se atendermos à importância que assume para a nossa sociedade. Foi, inclusivamente, incluída no grupo das competências para o século XXI. A principal questão prende-se com a necessidade de desenvolver esta competência nas crianças, desde cedo, nas instituições de ensino, no sentido de se pensar em estratégias que permitam que as crianças se desenvolvam crítica e criativamente. Pensar crítica e criativamente é uma área de competência fundamental também para o exercício da cidadania. Por esta razão, é uma das áreas de competências observada no Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória para o Século XXI. Daqui advém a pertinência de elaborarmos esta investigação, tendo por base responder à seguinte questão-problema: Como potenciar o pensamento crítico e pensamento criativo em contexto escolar? De forma a respondermos a esta questão definimos a priori os seguintes objetivos: (i) (re)conhecer o contexto educativo como um dos agentes que facilita ou inibe a capacidade criativa; (ii) definir estratégias que ajudem a criança a desenvolver o pensamento crítico e pensamento criativo; (iii) estimular o raciocínio lógico através da promoção de tarefas que desafiem o pensamento crítico e pensamento criativo; e (iv) analisar e avaliar a consistência dos raciocínios das crianças perante situações que exijam pensar crítica e criativamente. A metodologia utilizada, tratando-se de uma investigação sobre as nossas próprias práticas pedagógicas, num contexto de atividades/aulas, e com a utilização de tarefas exploratório-investigativas, sustenta-se numa abordagem qualitativa. Apesar de todas as dificuldades que limitaram as nossas práticas pedagógicas conseguimos retirar conclusões positivas, nomeadamente que as crianças foram capazes de estabelecer critérios para assumirem as suas ideias em discussões críticas, construindo argumentos para fundamentar as suas tomadas de posição. Fomos também percebendo que as crianças recorreram à imaginação, inventividade, desenvoltura e flexibilidade, e assumiram riscos para imaginarem além do conhecimento existente. |
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