Publicação
Capital asset pricing model (CAPM): teste empírico ao modelo e a construção do envelope portfolio
| Resumo: | O objetivo deste trabalho é testar se o modelo CAPM de fator único é válido na bolsa de valores portuguesa e em outras bolsas da zona euro, quando comparado com o modelo CAPM multifatorial proposto por Fama e French – Carhart. Utilizando a metodologia de Fama e French (1993; 1996), para o período de fevereiro de 2001 – julho de 2014 através de três conjuntos de dados, dez ativos da bolsa de Lisboa e 50 carteiras para a zona euro repartidas em 25 carteiras formadas em tamanho e índice book-to-market e 25 carteiras formadas em tamanho e momento, aplicou-se o teste de regressão linear simples e múltipla. Os resultados obtidos sugerem que, para o período em análise, o modelo CAPM multifatorial, aplicado à bolsa de Lisboa, não é estatisticamente suficiente para explicar a rendibilidade média esperada, ou seja, os fatores de risco proposto por Fama e French – Carhart, para o período em análise não captam a rendibilidade média que o fator risco de mercado não é capaz de explicar. Estes resultados parecem não apresentar evidência estatística suficiente para rejeitar o modelo CAPM de fator único. Para as 50 carteiras da zona euro, os resultados sugerem que o fator risco de mercado é parte influente e significativa para explicar a rendibilidade média esperada. Pretende-se ainda construir uma carteira de investimento para o conjunto de ativos do PSI20 em análise usando a metodologia desenvolvida por Benninga (2008) para formar o envelope portfolio. Para a otimização do mesmo será aplicado o modelo de Black e Litterman (1991). |
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| Autores principais: | Ferreira, José Clemente |
| Assunto: | CAPM Risco de mercado Modelo multifatorial PSI-20 |
| Ano: | 2015 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Universidade Politécnica de Bragança |
| Idioma: | português |
| Origem: | Biblioteca Digital da UPB |
| Resumo: | O objetivo deste trabalho é testar se o modelo CAPM de fator único é válido na bolsa de valores portuguesa e em outras bolsas da zona euro, quando comparado com o modelo CAPM multifatorial proposto por Fama e French – Carhart. Utilizando a metodologia de Fama e French (1993; 1996), para o período de fevereiro de 2001 – julho de 2014 através de três conjuntos de dados, dez ativos da bolsa de Lisboa e 50 carteiras para a zona euro repartidas em 25 carteiras formadas em tamanho e índice book-to-market e 25 carteiras formadas em tamanho e momento, aplicou-se o teste de regressão linear simples e múltipla. Os resultados obtidos sugerem que, para o período em análise, o modelo CAPM multifatorial, aplicado à bolsa de Lisboa, não é estatisticamente suficiente para explicar a rendibilidade média esperada, ou seja, os fatores de risco proposto por Fama e French – Carhart, para o período em análise não captam a rendibilidade média que o fator risco de mercado não é capaz de explicar. Estes resultados parecem não apresentar evidência estatística suficiente para rejeitar o modelo CAPM de fator único. Para as 50 carteiras da zona euro, os resultados sugerem que o fator risco de mercado é parte influente e significativa para explicar a rendibilidade média esperada. Pretende-se ainda construir uma carteira de investimento para o conjunto de ativos do PSI20 em análise usando a metodologia desenvolvida por Benninga (2008) para formar o envelope portfolio. Para a otimização do mesmo será aplicado o modelo de Black e Litterman (1991). |
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Atividades financiadas
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