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Caracterização da Endurance da Preensão da Mão em jovens portuguesas do sexo feminino
| Summary: | O presente estudo teve como objetivo analisar a endurance da preensão manual em jovens adultas do sexo feminino e explorar a sua relação com características individuais, prática de atividade física e situação profissional. A amostra foi constituída por 91 participantes, avaliadas através de medidas de pico de força, tempo até ao pico, força média sustentada e endurance. Os resultados revelaram associações positivas entre peso, altura e IMC com o pico de força e a força média sustentada, mas não com a endurance, que apresentou correlações negativas com estas variáveis, sobretudo na mão não dominante. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre praticantes e não praticantes de atividade física, nem entre participantes empregadas e não empregadas. Estes achados reforçam que a endurance constitui um parâmetro funcional distinto da força máxima, exigindo avaliação e intervenção específicas. Conclui-se que a endurance da preensão manual é influenciada por características individuais, mas não pela prática desportiva generalista ou pela situação profissional leve, destacando a importância de abordagens específicas na avaliação e treino da função da mão. |
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| Main Authors: | Rodrigues, Mariana Eduarda Gomes Pereira |
| Subject: | Endurance Preensão manual Força sustentada Fadiga muscular Características antropométricas Função da mão |
| Year: | 2026 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | embargoed access |
| Associated institution: | Universidade de Leiria e Oeste |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | IC-online |
| Summary: | O presente estudo teve como objetivo analisar a endurance da preensão manual em jovens adultas do sexo feminino e explorar a sua relação com características individuais, prática de atividade física e situação profissional. A amostra foi constituída por 91 participantes, avaliadas através de medidas de pico de força, tempo até ao pico, força média sustentada e endurance. Os resultados revelaram associações positivas entre peso, altura e IMC com o pico de força e a força média sustentada, mas não com a endurance, que apresentou correlações negativas com estas variáveis, sobretudo na mão não dominante. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas entre praticantes e não praticantes de atividade física, nem entre participantes empregadas e não empregadas. Estes achados reforçam que a endurance constitui um parâmetro funcional distinto da força máxima, exigindo avaliação e intervenção específicas. Conclui-se que a endurance da preensão manual é influenciada por características individuais, mas não pela prática desportiva generalista ou pela situação profissional leve, destacando a importância de abordagens específicas na avaliação e treino da função da mão. |
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