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Reescrevendo uma trajetória a partir de mudanças estratégicas: um estudo de caso na Bunge

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A sobrevivência das organizações ao longo do tempo é tema central das discussões acerca da estratégia empresarial. As empresas mais longevas são aquelas que conseguem, no decorrer do tempo, operar mudanças estratégicas profundas. Neste contexto de grande dinamicidade, desenvolver mudanças parece ser obrigatório, mas nem sempre as empresas conseguem vencer a sua inércia para mudar aspectos essenciais de sua gestão. Mudanças graduais e superficiais tampouco podem se mostrar suficientes para reposicionar a trajetória organizacional. Um processo real de turnaround geralmente inclui uma reconfiguração da carteira de competências e de negócios da organização e a implementação de uma gestão profissional. Neste artigo será apresentado o processo de mudanças estratégicas pelo qual a Bunge Limited conseguiu, na década de 90, reescrever sua trajetória. O objetivo é compreender como as empresas podem reestruturar-se em momentos de crises – neste caso com um foco específico na reconfiguração de sua carteira de negócios e de recursos –, identificando os elementos estratégicos e a forma pela qual a alocação de recursos é realizada. A fundamentação teórica concentrou-se no processo de mudanças, mais especificamente no turnaround empresarial e nos recursos utilizados nesse processo, segundo a abordagem da RBV.
Autores principais:Serra, Fernando A. Ribeiro
Outros Autores:Ferreira, Manuel Portugal; Contrigiane, Evandro; Fiates, Gabriela Gonçalves
Assunto:Estratégia Mudanças RBV Turnaround
Ano:2010
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Leiria e Oeste
Idioma:português
Origem:IC-online
Descrição
Resumo:A sobrevivência das organizações ao longo do tempo é tema central das discussões acerca da estratégia empresarial. As empresas mais longevas são aquelas que conseguem, no decorrer do tempo, operar mudanças estratégicas profundas. Neste contexto de grande dinamicidade, desenvolver mudanças parece ser obrigatório, mas nem sempre as empresas conseguem vencer a sua inércia para mudar aspectos essenciais de sua gestão. Mudanças graduais e superficiais tampouco podem se mostrar suficientes para reposicionar a trajetória organizacional. Um processo real de turnaround geralmente inclui uma reconfiguração da carteira de competências e de negócios da organização e a implementação de uma gestão profissional. Neste artigo será apresentado o processo de mudanças estratégicas pelo qual a Bunge Limited conseguiu, na década de 90, reescrever sua trajetória. O objetivo é compreender como as empresas podem reestruturar-se em momentos de crises – neste caso com um foco específico na reconfiguração de sua carteira de negócios e de recursos –, identificando os elementos estratégicos e a forma pela qual a alocação de recursos é realizada. A fundamentação teórica concentrou-se no processo de mudanças, mais especificamente no turnaround empresarial e nos recursos utilizados nesse processo, segundo a abordagem da RBV.

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