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Modeling of Synthetic Players As An Instrument For Testing Generative Content

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Resumo:Há uma necessidade de se encontrar novos métodos confiáveis para testar cenários de jogo gerados procedimentalmente. Um método que mostra potencial é teste automatizado, que consiste em usar jogador sintéticos para testar novos cenários de jogo. Deste modo, para testar esta suposição, este trabalho modela dois tipos de jogadores sintéticos que são colocados num cenário semelhante ao Bomberman. Neste caso de estudo, os jogadores têm de colocar bombas em lugares estratégicos para eliminar os adversários. Um jogador sintético é desenvolvido através de uma abordagem baseada em planeamento, em que o agente procura por uma sequência de ações que leva desde o estado atual do jogo até ao estado desejado. A segunda abordagem é aprendizagem computacional, mais precisamente combinar aprendizagem por imitação com aprendizagem por reforço, para que primeiro, o jogador sintético aprenda observando demonstrações humanas, e depois melhore a sua performance através das recompensas do ambiente. Resultados mostram que o jogador sintético de planeamento consegue jogar e ganhar o jogo consistentemente contra oponentes desenvolvidos pela abordagem de aprendizagem computacional, e consegue generalizar bem para novos cenários. Também obteve resultados positivos num inquérito acerca da sua credibilidade. Estes atributos fazem do jogador sintético de planeamento uma ferramente viável para testar cenários de jogo gerados procedimentalmente. Contudo, o agente de planeamento tem dificuldades quando joga contra um jogador humano, fornecendo apenas um desafio de dificuldade fácil a moderada para o humano. A abordagem de aprendizagem computacional produziu resultados modestos, não sendo capaz de vencer o jogo consistentemente. O seu desempenho pouco satisfatório também magoa a sua credibilidade. Não obstante esse facto, um modelo treinado aparenta ter aprendido as regras básicas do jogo e conseguiu sobreviver períodos de tempo suficientes para explorar o espaço de jogo.
Autores principais:Alves, Diogo Rafael Cordeiro
Assunto:Inteligência Artificial em Jogos Jogador Sintético Aprendizagem por Imitação Aprendizagem por Reforço Planeamento Artificial Intelligence in Games Synthetic Player Imitation Learning Reinforcement Learning Planning
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:inglês
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:Há uma necessidade de se encontrar novos métodos confiáveis para testar cenários de jogo gerados procedimentalmente. Um método que mostra potencial é teste automatizado, que consiste em usar jogador sintéticos para testar novos cenários de jogo. Deste modo, para testar esta suposição, este trabalho modela dois tipos de jogadores sintéticos que são colocados num cenário semelhante ao Bomberman. Neste caso de estudo, os jogadores têm de colocar bombas em lugares estratégicos para eliminar os adversários. Um jogador sintético é desenvolvido através de uma abordagem baseada em planeamento, em que o agente procura por uma sequência de ações que leva desde o estado atual do jogo até ao estado desejado. A segunda abordagem é aprendizagem computacional, mais precisamente combinar aprendizagem por imitação com aprendizagem por reforço, para que primeiro, o jogador sintético aprenda observando demonstrações humanas, e depois melhore a sua performance através das recompensas do ambiente. Resultados mostram que o jogador sintético de planeamento consegue jogar e ganhar o jogo consistentemente contra oponentes desenvolvidos pela abordagem de aprendizagem computacional, e consegue generalizar bem para novos cenários. Também obteve resultados positivos num inquérito acerca da sua credibilidade. Estes atributos fazem do jogador sintético de planeamento uma ferramente viável para testar cenários de jogo gerados procedimentalmente. Contudo, o agente de planeamento tem dificuldades quando joga contra um jogador humano, fornecendo apenas um desafio de dificuldade fácil a moderada para o humano. A abordagem de aprendizagem computacional produziu resultados modestos, não sendo capaz de vencer o jogo consistentemente. O seu desempenho pouco satisfatório também magoa a sua credibilidade. Não obstante esse facto, um modelo treinado aparenta ter aprendido as regras básicas do jogo e conseguiu sobreviver períodos de tempo suficientes para explorar o espaço de jogo.

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