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Relação Entre Ansiedade, Crenças Na Medicação E Adesão À Terapêutica Em Doentes Com Doença Cardiovascular
| Summary: | As doenças cardiovasculares (DCV) são muito prevalentes na comunidade, sendo responsáveis por 31% das mortes no mundo, e continuam a ser a maior causa de morte em Portugal. Estas afetam o coração e/ou os vasos sanguíneos, e têm como principais fatores de risco o sedentarismo, hipertensão arterial, diabetes mellitus e dislipidemias.Portugal é o país da União Europeia com maior prevalência de distúrbios psicológicos, surgindo os transtornos de ansiedade como os mais frequentes, correspondendo a cerca de 16,5% dos portugueses. Trata-se de um distúrbio tratamento-resistente, uma vez que os doentes respondem ao tratamento apenas momentaneamente.Existe uma sólida relação entre os transtornos de ansiedade e as DCV. Se, por um lado as DCV aumentam os níveis de ansiedade num individuo, por outro a ansiedade agrava estas patologias do foro cardiovascular.Sendo que a prevalência das DCV está a aumentar, é importante que a adesão à terapêutica seja adequada e consistente. No entanto, sabe-se que esta se encontra bastante aquém do espectável. Foram apontados como motivos desta baixa adesão os transtornos de ansiedade e as crenças que os doentes têm sobre a terapêutica medicamentosa.Deste modo, pretende-se identificar quais os questionários mais adequados à identificação deste grupo de doentes com maior risco em não aderir à terapêutica, em prol de uma melhor adesão.Para isso, será realizada uma pesquisa bibliográfica estruturada, em diferentes bases de dados sobre os questionários validados existentes. Será efetuada uma análise estatística com o objetivo de verificar a sua validade e consistência, de modo a identificar quais os mais aptos à sua utilização em contexto clínico.Esperamos, com este estudo, contribuir para uma melhor identificação deste grupo de risco, visando atingir uma melhoria significativa na adesão à terapêutica num futuro próximo. |
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| Main Authors: | Coelho, Raquel Pinto |
| Subject: | Adesão à Terapêutica Ansiedade Crenças à Medicação Doenças Cardiovasculares Medication Adherence Anxiety Beliefs about Medicines Cardiovascular Diseases |
| Year: | 2020 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Universidade de Coimbra |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Summary: | As doenças cardiovasculares (DCV) são muito prevalentes na comunidade, sendo responsáveis por 31% das mortes no mundo, e continuam a ser a maior causa de morte em Portugal. Estas afetam o coração e/ou os vasos sanguíneos, e têm como principais fatores de risco o sedentarismo, hipertensão arterial, diabetes mellitus e dislipidemias.Portugal é o país da União Europeia com maior prevalência de distúrbios psicológicos, surgindo os transtornos de ansiedade como os mais frequentes, correspondendo a cerca de 16,5% dos portugueses. Trata-se de um distúrbio tratamento-resistente, uma vez que os doentes respondem ao tratamento apenas momentaneamente.Existe uma sólida relação entre os transtornos de ansiedade e as DCV. Se, por um lado as DCV aumentam os níveis de ansiedade num individuo, por outro a ansiedade agrava estas patologias do foro cardiovascular.Sendo que a prevalência das DCV está a aumentar, é importante que a adesão à terapêutica seja adequada e consistente. No entanto, sabe-se que esta se encontra bastante aquém do espectável. Foram apontados como motivos desta baixa adesão os transtornos de ansiedade e as crenças que os doentes têm sobre a terapêutica medicamentosa.Deste modo, pretende-se identificar quais os questionários mais adequados à identificação deste grupo de doentes com maior risco em não aderir à terapêutica, em prol de uma melhor adesão.Para isso, será realizada uma pesquisa bibliográfica estruturada, em diferentes bases de dados sobre os questionários validados existentes. Será efetuada uma análise estatística com o objetivo de verificar a sua validade e consistência, de modo a identificar quais os mais aptos à sua utilização em contexto clínico.Esperamos, com este estudo, contribuir para uma melhor identificação deste grupo de risco, visando atingir uma melhoria significativa na adesão à terapêutica num futuro próximo. |
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