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Modelos animais em oncologia

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A presente monografia pretende explorar a dificuldade de transposição da informação obtida durante a fase pré-clínica para os ensaios clínicos. Muitos estudos na fase pré-clínica apresentam resultados promissores. No entanto, por vezes, os ensaios clínicos não são bem-sucedidos. A que é que isto se deve? Porquê que a fase pré-clínica não consegue antever o fracasso que por vezes se verifica nos ensaios clínicos? O que é que pode ser feito futuramente para contrariar esta situação? Estas são algumas questões que precisam de ser discutidas para se poder evoluir no sentido da otimização dos modelos animais usados na investigação em oncologia, para que estes sejam capazes de mimetizar o melhor possível a doença humana. É fulcral a escolha adequada do modelo animal a utilizar na fase pré-clínica. Esta monografia incide nos modelos de murganho, uma vez que são os modelos animais mais utilizados em investigação. Este assunto adquire especial relevo, uma vez que a indústria farmacêutica perde milhões de euros em ensaios clínicos falhados. Se os modelos animais fossem mais preditivos, esta situação seria evitada e a indústria farmacêutica poderia investir no estudo de fármacos mais promissores.
Autores principais:Barros, Oriana Miranda
Assunto:Oncologia Animais de laboratório Modelos animais
Ano:2016
País:Portugal
Tipo de documento:outro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:português
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:A presente monografia pretende explorar a dificuldade de transposição da informação obtida durante a fase pré-clínica para os ensaios clínicos. Muitos estudos na fase pré-clínica apresentam resultados promissores. No entanto, por vezes, os ensaios clínicos não são bem-sucedidos. A que é que isto se deve? Porquê que a fase pré-clínica não consegue antever o fracasso que por vezes se verifica nos ensaios clínicos? O que é que pode ser feito futuramente para contrariar esta situação? Estas são algumas questões que precisam de ser discutidas para se poder evoluir no sentido da otimização dos modelos animais usados na investigação em oncologia, para que estes sejam capazes de mimetizar o melhor possível a doença humana. É fulcral a escolha adequada do modelo animal a utilizar na fase pré-clínica. Esta monografia incide nos modelos de murganho, uma vez que são os modelos animais mais utilizados em investigação. Este assunto adquire especial relevo, uma vez que a indústria farmacêutica perde milhões de euros em ensaios clínicos falhados. Se os modelos animais fossem mais preditivos, esta situação seria evitada e a indústria farmacêutica poderia investir no estudo de fármacos mais promissores.

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