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Memória e espaço público na escrita diarista de Maria Gabriela Llansol
| Summary: | Considerando-se a escrita diarista como espaço/tempo de memória(s) que questiona e reelabora sentidos e leituras da história, reflete-se, em “Memória e espaço público na escrita diarista de Maria Gabriela Llansol”, acerca da natureza de alguns dos processos de transformação em curso na sociedade portuguesa do pós-Abril a partir dos diários e cadernos de apontamentos (Livros de Horas I e II, recentemente publicados) de Maria Gabriela Llansol, redigidos entre 1972 e 1996. Analisa-se simultaneamente o lugar da(s) ausência(s) e divergência(s) num espaço público em convulsão, bem como a simbologia ambivalente de uma autoexclusão e marginalidade que, como prática de transgressão, ao invés de esconder, denuncia. Reflete-se ainda, a partir do testemunho daquela escritora, acerca das (in)definições deste espaço no período em apreço, discutindo-se as dissensões social/privado, reveladoras das fragilidades e contradições de um espaço público em mudança. |
|---|---|
| Main Authors: | Dias, Sandra Guerreiro |
| Subject: | Memória Escrita autobiográfica Pós-Abril Espaço público Maria Gabriela Llansol |
| Year: | 2011 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Universidade de Coimbra |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Summary: | Considerando-se a escrita diarista como espaço/tempo de memória(s) que questiona e reelabora sentidos e leituras da história, reflete-se, em “Memória e espaço público na escrita diarista de Maria Gabriela Llansol”, acerca da natureza de alguns dos processos de transformação em curso na sociedade portuguesa do pós-Abril a partir dos diários e cadernos de apontamentos (Livros de Horas I e II, recentemente publicados) de Maria Gabriela Llansol, redigidos entre 1972 e 1996. Analisa-se simultaneamente o lugar da(s) ausência(s) e divergência(s) num espaço público em convulsão, bem como a simbologia ambivalente de uma autoexclusão e marginalidade que, como prática de transgressão, ao invés de esconder, denuncia. Reflete-se ainda, a partir do testemunho daquela escritora, acerca das (in)definições deste espaço no período em apreço, discutindo-se as dissensões social/privado, reveladoras das fragilidades e contradições de um espaço público em mudança. |
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