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Loulé e a institucionalização do corporativismo no Algarve

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A emergência do regime autoritário português, nos anos 30, ditou a criação de várias instituições para cumprir o desígnio corporativo que, desde o início, pairou sobre as decisões tomadas pelo Estado Novo. Esta foi uma situação à qual o Algarve não escapou e de que Loulé se apresenta como um caso de estudo demonstrativo dessa dinâmica. Analisando as linhas gerais de atuação dos Grémios, Casas do Povo e outros, é nossa intenção compreender quais os comportamentos dos grupos sociais envolvidos e enquadrados no sistema corporativo, de que modo se operou o funcionamento destes organismos e quais os seus sucessos e desventuras.
Autores principais:Pires, Leonardo Aboim
Assunto:Instituições, Corporativismo, Estado Novo, Loulé
Ano:2021
País:Portugal
Tipo de documento:capítulo de livro
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Coimbra
Idioma:português
Origem:Estudo Geral - Universidade de Coimbra
Descrição
Resumo:A emergência do regime autoritário português, nos anos 30, ditou a criação de várias instituições para cumprir o desígnio corporativo que, desde o início, pairou sobre as decisões tomadas pelo Estado Novo. Esta foi uma situação à qual o Algarve não escapou e de que Loulé se apresenta como um caso de estudo demonstrativo dessa dinâmica. Analisando as linhas gerais de atuação dos Grémios, Casas do Povo e outros, é nossa intenção compreender quais os comportamentos dos grupos sociais envolvidos e enquadrados no sistema corporativo, de que modo se operou o funcionamento destes organismos e quais os seus sucessos e desventuras.

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