Publicação
Transformação e edição genética de plantas: análise da legislação em diferentes países
| Resumo: | Os organismos geneticamente modificados (OGM) têm gerado debates e abordagens divergentes em diferentes regiões, com a União Europeia (UE) e os Estados Unidos (EUA) representando sistemas regulatórios contrastantes. A UE enfatiza regulamentações rigorosas, impulsionadas pelo Princípio da Precaução, exigindo avaliações exaustivas e rotulagem para produtos transgénicos. Em contraste, os EUA tratam culturas geneticamente modificadas de forma semelhante às convencionais, o que levanta preocupações sobre monopólios corporativos e redução da diversidade no setor agrícola. Estabelecer uma ponte entre avanços científicos e compreensão pública é crucial para uma tomada de decisão informada. Países como o Brasil e Bangladesh, nações em desenvolvimento, adotaram OGM para combater a insegurança alimentar. No Brasil, esta adoção impulsionou o crescimento económico e reduziu os índices de pobreza, enquanto no Bangladesh a estratégia focou-se também em melhorar a subsistência dos pequenos agricultores por meio de culturas geneticamente modificadas. Garantir a aceitação pública envolve políticas transparentes e inclusivas, com a participação dos governos, comunidades científicas e sociedade civil. Educar a população sobre a biotecnologia e seus potenciais riscos é fundamental, bem como a investigação contínua para aprimorar a segurança e eficácia dos OGM. Promover diversidade no setor de biotecnologia, protegendo os direitos dos consumidores, é essencial para garantir um futuro sustentável. Através do diálogo e legislação baseada em evidências, as sociedades podem enfrentar responsavelmente as complexidades dos OGM, alcançando segurança alimentar e sustentabilidade ambiental. |
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| Autores principais: | Ramos, Teresa de Barros Correia |
| Assunto: | Culturas agrícolas Edição genética Legislação OGM Sociedade Crops Gene editing GMO Legislation Society |
| Ano: | 2023 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso embargado |
| Instituição associada: | Universidade de Coimbra |
| Idioma: | português |
| Origem: | Estudo Geral - Universidade de Coimbra |
| Resumo: | Os organismos geneticamente modificados (OGM) têm gerado debates e abordagens divergentes em diferentes regiões, com a União Europeia (UE) e os Estados Unidos (EUA) representando sistemas regulatórios contrastantes. A UE enfatiza regulamentações rigorosas, impulsionadas pelo Princípio da Precaução, exigindo avaliações exaustivas e rotulagem para produtos transgénicos. Em contraste, os EUA tratam culturas geneticamente modificadas de forma semelhante às convencionais, o que levanta preocupações sobre monopólios corporativos e redução da diversidade no setor agrícola. Estabelecer uma ponte entre avanços científicos e compreensão pública é crucial para uma tomada de decisão informada. Países como o Brasil e Bangladesh, nações em desenvolvimento, adotaram OGM para combater a insegurança alimentar. No Brasil, esta adoção impulsionou o crescimento económico e reduziu os índices de pobreza, enquanto no Bangladesh a estratégia focou-se também em melhorar a subsistência dos pequenos agricultores por meio de culturas geneticamente modificadas. Garantir a aceitação pública envolve políticas transparentes e inclusivas, com a participação dos governos, comunidades científicas e sociedade civil. Educar a população sobre a biotecnologia e seus potenciais riscos é fundamental, bem como a investigação contínua para aprimorar a segurança e eficácia dos OGM. Promover diversidade no setor de biotecnologia, protegendo os direitos dos consumidores, é essencial para garantir um futuro sustentável. Através do diálogo e legislação baseada em evidências, as sociedades podem enfrentar responsavelmente as complexidades dos OGM, alcançando segurança alimentar e sustentabilidade ambiental. |
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