Publicação
Ações estratégicas de articulação entre o 1º e 2º ciclo do ensino básico: estudo de um caso
| Resumo: | O conceito de articulação e de sequencialidade das aprendizagens feitas pelos alunos, ao longo da escolaridade obrigatória, encontra-se muito ligada à construção dos Agrupamentos de Escolas e em função do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. O presente estudo desenvolvido num Agrupamento de Escolas permitiu-nos entender o que pensam os docentes de 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico sobre esta problemática e de que modo a articulação vertical curricular é implementada entre estes dois ciclos. Através deste estudo, concluímos que os docentes entendem o que se pretende com a articulação vertical e que se preocupam com o facto desta prática não estar ainda enraizada no exercício profissional. Para os docentes o trabalho colaborativo entre estes dois ciclos é de fulcral importância, assim como a reflexão sobre as práticas pedagógicas. Daí considerarmos o papel da supervisão pedagógica, num sentido dialógico, na promoção da articulação vertical, porque a partilha, os olhares conjuntos, a confrontação e negociação, entre outros, provoca uma melhoria biunívoca, deveras importante para a melhoria da prestação do serviço educativo. As dificuldades que os alunos sentem aquando da transição de ciclo aponta para diferentes culturas profissionais e para uma necessidade de articulação curricular e de atividades conjuntas entre os ciclos. Este trabalho de projeto serviu ainda para (co)construir uma proposta de articulação curricular vertical que poderá ser implementada pelo Agrupamento. PALAVRAS-CHAVE: articulação vertical; currículo; colaboração; supervisão dialógica. |
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| Autores principais: | Teixeira, Maria Fernanda da Silva Amorim da Mota |
| Assunto: | Ensino básico (1º/2º ciclos) Articulação curricular Transição entre ciclos Supervisão pedagógica |
| Ano: | 2024 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Escola Superior de Educação de Paula Frassinetti |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da ESE de Paula Frassinetti |
| Resumo: | O conceito de articulação e de sequencialidade das aprendizagens feitas pelos alunos, ao longo da escolaridade obrigatória, encontra-se muito ligada à construção dos Agrupamentos de Escolas e em função do Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória. O presente estudo desenvolvido num Agrupamento de Escolas permitiu-nos entender o que pensam os docentes de 1.º e 2.º Ciclos do Ensino Básico sobre esta problemática e de que modo a articulação vertical curricular é implementada entre estes dois ciclos. Através deste estudo, concluímos que os docentes entendem o que se pretende com a articulação vertical e que se preocupam com o facto desta prática não estar ainda enraizada no exercício profissional. Para os docentes o trabalho colaborativo entre estes dois ciclos é de fulcral importância, assim como a reflexão sobre as práticas pedagógicas. Daí considerarmos o papel da supervisão pedagógica, num sentido dialógico, na promoção da articulação vertical, porque a partilha, os olhares conjuntos, a confrontação e negociação, entre outros, provoca uma melhoria biunívoca, deveras importante para a melhoria da prestação do serviço educativo. As dificuldades que os alunos sentem aquando da transição de ciclo aponta para diferentes culturas profissionais e para uma necessidade de articulação curricular e de atividades conjuntas entre os ciclos. Este trabalho de projeto serviu ainda para (co)construir uma proposta de articulação curricular vertical que poderá ser implementada pelo Agrupamento. PALAVRAS-CHAVE: articulação vertical; currículo; colaboração; supervisão dialógica. |
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Atividades financiadas
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