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A caracterização de contextos como prática de autoformação do investigador :
| Summary: | A problemática que se desenvolve neste texto procura responder a duas necessidades. Primeira: alargar o conceito de “Investigação-Acção” para “investigação-Acção/Formação”. Segunda: demonstrar que a extensibilidade anterior pode ser conseguida ao criar-se um regime de complementaridade metodológica entre a Investigação-Acção/Formação e certos procedimentos típicos da Grounded Theory. Porquê porém as preocupações anteriores? Porque o carácter auto-formativo da InvestigaçãoAcção é demasiado interveniente nas decisões de pesquisa, sem que disso muitas vezes se tenha a noção, e porque a subjectividade que os investigadores colam às práticas de inferenciação com que desenvolvem as suas metodologias não garante justas leituras do real. Recorrendo à análise de um processo de investigação em curso procura demonstrar-se: primeiro que efectivamente quem investiga e age impõe, a si e aos actores com quem trabalha, um processo formativo que interfere com a adequada leitura da realidade que se analisa; segundo, que o recurso às técnicas hermenêuticas de analisar os dados seguidas nas metodologias da Grounded Theory aligeiram os processos formativos anteriores e colocam os investigadores mais perto da efectiva realidade. |
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| Main Authors: | Barbosa, Luis Marques |
| Other Authors: | Lopes, Carla Pereira; Serrano, João Manuel |
| Subject: | Metodologias qualitativas Análise da acção educativa Grounded theory Investigação-acção/formação |
| Year: | 2008 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | article |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Escola Superior de Enfermagem de Lisboa |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Escola Superior de Enfermagem de Lisboa |
| Summary: | A problemática que se desenvolve neste texto procura responder a duas necessidades. Primeira: alargar o conceito de “Investigação-Acção” para “investigação-Acção/Formação”. Segunda: demonstrar que a extensibilidade anterior pode ser conseguida ao criar-se um regime de complementaridade metodológica entre a Investigação-Acção/Formação e certos procedimentos típicos da Grounded Theory. Porquê porém as preocupações anteriores? Porque o carácter auto-formativo da InvestigaçãoAcção é demasiado interveniente nas decisões de pesquisa, sem que disso muitas vezes se tenha a noção, e porque a subjectividade que os investigadores colam às práticas de inferenciação com que desenvolvem as suas metodologias não garante justas leituras do real. Recorrendo à análise de um processo de investigação em curso procura demonstrar-se: primeiro que efectivamente quem investiga e age impõe, a si e aos actores com quem trabalha, um processo formativo que interfere com a adequada leitura da realidade que se analisa; segundo, que o recurso às técnicas hermenêuticas de analisar os dados seguidas nas metodologias da Grounded Theory aligeiram os processos formativos anteriores e colocam os investigadores mais perto da efectiva realidade. |
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