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PERDIDA NO VALE DO AVE
| Summary: | A reabilitação é actualmente um tema encarado, como fundamental, e dá forma à realidade arquitectónica dos dias de hoje. Preservar a história de um “lugar”, ou de um edifício tendo em simultâneo a preocupação com as necessidades básicas, do conforto e das acessibilidades é um dos maiores desafios apresentado por esta área de estudo. Neste alinhamento, a perspectiva neste campo de trabalho, integra a abordagem de um processo de requalificação de um lugar, Moinhos e Azenha da Espinheira em Vila do Conde, na margem do Rio Ave. Posto isto, a parte menos facilitada será sem dúvida abordar o tema “Ruína”, preservar acima de tudo o curso do rio, reaproveitar a força da água como gerador de energia hidráulica e assumir a pré-existência como corpo consonante e integrante com a restante proposta, sendo este o ponto chave do caminho entre a história e o projecto. Procura-se com isto dar de forma intuitiva e orgânica uma nova função ao lugar, estabelecendo com ele conceitos inerentes ao programa, como por exemplo os usos básicos e primordiais para o conforto do Homem no enquadramento do lugar com o tema da reabilitação, contemplando em casos de referencia de intervenções como esta. |
|---|---|
| Main Authors: | Nunes, Liliana |
| Year: | 2019 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Escola Superior Artística do Porto |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Escola Superior Artística do Porto |
| Summary: | A reabilitação é actualmente um tema encarado, como fundamental, e dá forma à realidade arquitectónica dos dias de hoje. Preservar a história de um “lugar”, ou de um edifício tendo em simultâneo a preocupação com as necessidades básicas, do conforto e das acessibilidades é um dos maiores desafios apresentado por esta área de estudo. Neste alinhamento, a perspectiva neste campo de trabalho, integra a abordagem de um processo de requalificação de um lugar, Moinhos e Azenha da Espinheira em Vila do Conde, na margem do Rio Ave. Posto isto, a parte menos facilitada será sem dúvida abordar o tema “Ruína”, preservar acima de tudo o curso do rio, reaproveitar a força da água como gerador de energia hidráulica e assumir a pré-existência como corpo consonante e integrante com a restante proposta, sendo este o ponto chave do caminho entre a história e o projecto. Procura-se com isto dar de forma intuitiva e orgânica uma nova função ao lugar, estabelecendo com ele conceitos inerentes ao programa, como por exemplo os usos básicos e primordiais para o conforto do Homem no enquadramento do lugar com o tema da reabilitação, contemplando em casos de referencia de intervenções como esta. |
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