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Anticoagulantes orais

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Os anticoagulantes orais são amplamente utilizados na prevenção e tratamento de doenças tromboembólicas, incluindo o tratamento da trombose venosa profunda (TVP) e o embolismo pulmonar (EP), e a prevenção dos acidentes vasculares cerebrais na fibrilhação auricular (FA). Os antagonistas da vitamina K (varfarina e acenocumarol) eram os únicos anticoagulantes orais disponíveis. No entanto, estes agentes apresentam várias limitações, tais como múltiplas interações com fármacos e alimentos, um início e fim de ação lentos, polimorfismos genéticos, uma margem terapêutica estreita e é necessária monitorização frequente do rácio normalizado internacional (RNI). Os anticoagulantes orais diretos são alternativas eficazes aos antagonistas da vitamina K. Os novos anticoagulantes orais apresentam eficácia similar e uma menor taxa de hemorragia comparativamente à varfarina. Contudo, em caso de hemorragia não existe um antídoto para reverter os seus efeitos. Este trabalho aborda os antagonistas da vitamina K e os novos anticoagulantes orais e compara as propriedades farmacológicas, eficácia, segurança, monitorização, custo-efetividade, e aderência do doente. Estes novos agentes incluem o dabigatrano (inibidor direto da trombina) e o rivaroxabano, apixabano e edoxabano (inibidores diretos do fator Xa).
Autores principais:Gonçalves, Sandra de Oliveira
Assunto:Anticoagulantes orais Antagonistas da vitamina K Inibidor direto da trombina Inibidores diretos do fator Xa
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Idioma:português
Origem:Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL
Descrição
Resumo:Os anticoagulantes orais são amplamente utilizados na prevenção e tratamento de doenças tromboembólicas, incluindo o tratamento da trombose venosa profunda (TVP) e o embolismo pulmonar (EP), e a prevenção dos acidentes vasculares cerebrais na fibrilhação auricular (FA). Os antagonistas da vitamina K (varfarina e acenocumarol) eram os únicos anticoagulantes orais disponíveis. No entanto, estes agentes apresentam várias limitações, tais como múltiplas interações com fármacos e alimentos, um início e fim de ação lentos, polimorfismos genéticos, uma margem terapêutica estreita e é necessária monitorização frequente do rácio normalizado internacional (RNI). Os anticoagulantes orais diretos são alternativas eficazes aos antagonistas da vitamina K. Os novos anticoagulantes orais apresentam eficácia similar e uma menor taxa de hemorragia comparativamente à varfarina. Contudo, em caso de hemorragia não existe um antídoto para reverter os seus efeitos. Este trabalho aborda os antagonistas da vitamina K e os novos anticoagulantes orais e compara as propriedades farmacológicas, eficácia, segurança, monitorização, custo-efetividade, e aderência do doente. Estes novos agentes incluem o dabigatrano (inibidor direto da trombina) e o rivaroxabano, apixabano e edoxabano (inibidores diretos do fator Xa).

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