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Facetas em lente de contacto : considerações e implicações clínicas
| Summary: | A Medicina Dentária tem seguido uma evolução conservadora, no que toca à preocupação em preservar estrutura dentária, apostando, cada vez mais, em procedimentos minimamente invasivos. As facetas em lente de contacto são representativas desta tendência, na medida em que permitem o alcance de resultados altamente estéticos, conservando o máximo de tecido dentário. Estas restaurações cerâmicas apresentam uma espessura mínima, sendo indicadas para a correcção de descolorações, diastemas, dentes conoides entre outra (Okida, Filho, Barão, dos Santos & Goiato, 2012, Magne & Belser, 2002). Podem ser confeccionadas a partir de vários tipos de cerâmicas, mediante processos manuais ou industriais, possibilitando uma manipulação das propriedades ópticas e mecânicas, consoante o caso a reabilitar. A cimentação adesiva permite obter uma retenção duradoura, sem necessidade de preparos invasivos (Shillingburg et al., 2012). A possibilidade de devolver o sorriso aos pacientes, através de procedimentos não invasivos, torna este tipo de reabilitação muito procurado. Contudo, o sucesso a longo prazo depende de uma selecção criteriosa e gestão de expectativas adequada, para além, de um domínio técnico do protocolo clínico. Mediante a falta de um sistema bem definido, quanto à uniformidade de actuação, serão necessários mais ensaios clínicos, de forma a estabelecer um protocolo homogéneo, que dê mais segurança ao Médico Dentista na aplicação desta técnica. |
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| Main Authors: | Vaz, Rodolfo Alberto Lopes Soares da Fonseca |
| Subject: | Facetas em lente de contacto Facetas cerâmicas Preparação minimamente invasiva Estética dentária |
| Year: | 2018 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Summary: | A Medicina Dentária tem seguido uma evolução conservadora, no que toca à preocupação em preservar estrutura dentária, apostando, cada vez mais, em procedimentos minimamente invasivos. As facetas em lente de contacto são representativas desta tendência, na medida em que permitem o alcance de resultados altamente estéticos, conservando o máximo de tecido dentário. Estas restaurações cerâmicas apresentam uma espessura mínima, sendo indicadas para a correcção de descolorações, diastemas, dentes conoides entre outra (Okida, Filho, Barão, dos Santos & Goiato, 2012, Magne & Belser, 2002). Podem ser confeccionadas a partir de vários tipos de cerâmicas, mediante processos manuais ou industriais, possibilitando uma manipulação das propriedades ópticas e mecânicas, consoante o caso a reabilitar. A cimentação adesiva permite obter uma retenção duradoura, sem necessidade de preparos invasivos (Shillingburg et al., 2012). A possibilidade de devolver o sorriso aos pacientes, através de procedimentos não invasivos, torna este tipo de reabilitação muito procurado. Contudo, o sucesso a longo prazo depende de uma selecção criteriosa e gestão de expectativas adequada, para além, de um domínio técnico do protocolo clínico. Mediante a falta de um sistema bem definido, quanto à uniformidade de actuação, serão necessários mais ensaios clínicos, de forma a estabelecer um protocolo homogéneo, que dê mais segurança ao Médico Dentista na aplicação desta técnica. |
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