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Candida e opções terapêuticas: vacinas e antifúngicos
| Summary: | Muitas espécies do género Candida vivem no ser Humano como comensais. Porém, quando o sistema imunitário deste, por algum motivo, fica comprometido, estes microrganismos inofensivos podem tornar-se patogénicos, capazes de desenvolver infecções graves tanto sistémicas como mucocutâneas. O número de infecções oportunistas associadas a Candida spp. tem sido crescente nos últimos anos devido ao aumento de factores de risco nomeadamente, o aperfeiçoamento do tratamento anticancerígeno, as melhorias na transplantação de órgãos sólidos e, principalmente a pandemia pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH). As infecções fúngicas por Candida que requerem maior preocupação são as candidemias e as candidoses invasivas. Por estarem associadas a taxas de morbilidade e mortalidade elevadas, particularmente pela dificuldade na escolha atempada do tratamento correcto, complicada pela escassez de fármacos antifúngicos disponíveis e também pela sua elevada toxicidade. Actualmente, encontram-se disponíveis na prática clínica apenas quatro classes de antifúngicos para o tratamento da infecção por Candida: azóis, polienos, equinocandinas e análogos de nucleósidos. De maneira a diminuir a incidência deste tipo de infecções e os custos associados a estas, as vacinas têm sido propostas como um forte método de prevenção em indivíduos imunocomprometidos. Porém, devido às dificuldades na sua obtenção, ainda não existe nenhuma vacina antifúngica disponível. Neste momento encontram-se algumas vacinas em desenvolvimento principalmente contra candidose vulvovaginal recorrente. |
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| Main Authors: | Carvalho, Ana Filipa Fernandes de |
| Subject: | Candida Candidose invasiva Antifúngicos Vacinas |
| Year: | 2015 |
| Country: | Portugal |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Egas Moniz - Cooperativa de Ensino Superior, CRL |
| Summary: | Muitas espécies do género Candida vivem no ser Humano como comensais. Porém, quando o sistema imunitário deste, por algum motivo, fica comprometido, estes microrganismos inofensivos podem tornar-se patogénicos, capazes de desenvolver infecções graves tanto sistémicas como mucocutâneas. O número de infecções oportunistas associadas a Candida spp. tem sido crescente nos últimos anos devido ao aumento de factores de risco nomeadamente, o aperfeiçoamento do tratamento anticancerígeno, as melhorias na transplantação de órgãos sólidos e, principalmente a pandemia pelo vírus da imunodeficiência humana (VIH). As infecções fúngicas por Candida que requerem maior preocupação são as candidemias e as candidoses invasivas. Por estarem associadas a taxas de morbilidade e mortalidade elevadas, particularmente pela dificuldade na escolha atempada do tratamento correcto, complicada pela escassez de fármacos antifúngicos disponíveis e também pela sua elevada toxicidade. Actualmente, encontram-se disponíveis na prática clínica apenas quatro classes de antifúngicos para o tratamento da infecção por Candida: azóis, polienos, equinocandinas e análogos de nucleósidos. De maneira a diminuir a incidência deste tipo de infecções e os custos associados a estas, as vacinas têm sido propostas como um forte método de prevenção em indivíduos imunocomprometidos. Porém, devido às dificuldades na sua obtenção, ainda não existe nenhuma vacina antifúngica disponível. Neste momento encontram-se algumas vacinas em desenvolvimento principalmente contra candidose vulvovaginal recorrente. |
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