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Afetos analógicos nos filmes Elena, de Petra Costa e Adieu Monde, de Sandra Kogut

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Detalhes bibliográficos
Resumo:No documentário elegíaco Elena (2012), a diretora Petra Costa investiga seu passado familiar através do resgate da história de sua irmã mais velha que dá nome ao filme, Elena. Petra constrói sua narrativa em uma aproximação dupla do outro e de si mesma, auto-(e)-biográfica. As imagens do filme entrecruzam tempos e no seu trajeto traçam um caminho que alterna entre os movimentos do histórico e do testemunho, no limiar entre a zona afetiva da memória, o universo onírico e o documental.
Autores principais:Novaes, Bárbara Bergamaschi
Ano:2018
País:Portugal
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:unknown
Instituição associada:Universidade da Beira Interior (UBI, Portugal) e Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP, Brasil)
Idioma:português
Origem:Doc On-line-Revista Digital de Cinema Documentário
Descrição
Resumo:No documentário elegíaco Elena (2012), a diretora Petra Costa investiga seu passado familiar através do resgate da história de sua irmã mais velha que dá nome ao filme, Elena. Petra constrói sua narrativa em uma aproximação dupla do outro e de si mesma, auto-(e)-biográfica. As imagens do filme entrecruzam tempos e no seu trajeto traçam um caminho que alterna entre os movimentos do histórico e do testemunho, no limiar entre a zona afetiva da memória, o universo onírico e o documental.

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