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Aplicação Tática de Veículos Aéreos Não Tripulados nas Unidades de Infantaria

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Nos últimos anos, tem-se observado um crescente desenvolvimento tecnológico dos sistemas aéreos não tripulados. Estas tecnologias são muitas vezes apelidadas de disruptivas, devido à sua capacidade de alterar por completo a forma como as forças terrestres operam no campo de batalha. O presente trabalho de investigação procura estudar a aplicação de veículos aéreos não tripulados em unidades de Infantaria, a fim de se compreender as suas possíveis aplicações e limitações, de modo a que se otimize o seu emprego e se perspetivem outras capacidades. O estudo foi direcionado para os Batalhões de Infantaria Mecanizados de Rodas e pelos sistemas que os equipam, os Raven B DDL. Foi empregue uma metodologia dedutiva, tendo-se começado por analisar a terminologia, composição e classificação dos sistemas como um todo, a fim de contextualizar o restante trabalho. Posteriormente, o foco incidiu sobre a componente tática, tendo sido avaliadas as principais tipologias de operações dos Batalhões e o emprego das Equipas Raven. A investigação fez uso de uma revisão da literatura baseada grandemente em documentação das Forças Armadas portuguesas e da NATO, tendo as informações recolhidas, sido complementadas por entrevistas estruturadas a militares da Companhia de Sistemas de Vigilância e dos Batalhões de Infantaria, aliados à observação direta do investigador. O impacto no desempenho foi analisado com base em dois indicadores, o Potencial de Combate e as principais Áreas de Esforço. Deste modo, foi possível compilar as principais capacidades e formas de emprego das Equipas Raven, assim como as limitações técnicas e táticas que lhes estão associadas. É de realçar as capacidades de reconhecimento e vigilância, que garantem aos militares uma maior segurança e compreensão situacional, aliadas à capacidade do emprego destas aeronaves na regulação do tiro de morteiros pesados. Por fim, foram apurados os contributos que estes sistemas têm nas capacidades elencadas nas Áreas de Esforço, assim como perspetivas de capacidades futuras que se esperam conseguir num futuro próximo, com o desenvolvimento destas tecnologias.
Autores principais:Henriques, João Jorge
Assunto:UAV Veículos Aéreos Não Tripulados Drone Batalhão de Infantaria Mecanizado Rodas Desempenho Unmanned Aerial Vehicles Motorized Infantry Battalion Performance
Ano:2024
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Academia Militar
Idioma:português
Origem:Academia Militar
Descrição
Resumo:Nos últimos anos, tem-se observado um crescente desenvolvimento tecnológico dos sistemas aéreos não tripulados. Estas tecnologias são muitas vezes apelidadas de disruptivas, devido à sua capacidade de alterar por completo a forma como as forças terrestres operam no campo de batalha. O presente trabalho de investigação procura estudar a aplicação de veículos aéreos não tripulados em unidades de Infantaria, a fim de se compreender as suas possíveis aplicações e limitações, de modo a que se otimize o seu emprego e se perspetivem outras capacidades. O estudo foi direcionado para os Batalhões de Infantaria Mecanizados de Rodas e pelos sistemas que os equipam, os Raven B DDL. Foi empregue uma metodologia dedutiva, tendo-se começado por analisar a terminologia, composição e classificação dos sistemas como um todo, a fim de contextualizar o restante trabalho. Posteriormente, o foco incidiu sobre a componente tática, tendo sido avaliadas as principais tipologias de operações dos Batalhões e o emprego das Equipas Raven. A investigação fez uso de uma revisão da literatura baseada grandemente em documentação das Forças Armadas portuguesas e da NATO, tendo as informações recolhidas, sido complementadas por entrevistas estruturadas a militares da Companhia de Sistemas de Vigilância e dos Batalhões de Infantaria, aliados à observação direta do investigador. O impacto no desempenho foi analisado com base em dois indicadores, o Potencial de Combate e as principais Áreas de Esforço. Deste modo, foi possível compilar as principais capacidades e formas de emprego das Equipas Raven, assim como as limitações técnicas e táticas que lhes estão associadas. É de realçar as capacidades de reconhecimento e vigilância, que garantem aos militares uma maior segurança e compreensão situacional, aliadas à capacidade do emprego destas aeronaves na regulação do tiro de morteiros pesados. Por fim, foram apurados os contributos que estes sistemas têm nas capacidades elencadas nas Áreas de Esforço, assim como perspetivas de capacidades futuras que se esperam conseguir num futuro próximo, com o desenvolvimento destas tecnologias.

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