Publicação
Enzimoterapia - Passado, Presente e Futuro
| Resumo: | As enzimas desempenham um papel importante em várias áreas da terapêutica humana. Nalguns casos, particularmente nas doenças lisossomais, constituem o principal ou mesmo o único agente terapêutico disponível. No cancro, também têm mostrado o seu potencial e, para além da asparaginase, muitas enzimas têm vindo a ser alvo de estudo. Nestas duas áreas, em especial, as enzimas ganham destaque, e por isso são os principais focos deste trabalho. Recorrendo às mais atuais informações, procurou-se perceber qual o contributo das enzimas para a terapêutica; quer no passado, quer no presente, quer no futuro. Nas doenças lisossomais de sobrecarga, as enzimas permitem melhorar consideravelmente a qualidade de vida dos doentes. Estão aprovadas para as doenças de Gaucher, Fabry e Pompe e algumas mucopolissacaridoses mas espera-se que em breve estejam disponíveis para outras doenças raras. No cancro, mais especificamente na leucemia linfoblástica aguda, a L-asparaginase revelou-se muito efetiva, integrando há várias décadas os protocolos convencionais de quimioterapia. Outras enzimas como a arginina deiminase revelaram bons resultados iniciais e estão presentemente em estudos clínicos, podendo, em breve, revolucionar a terapêutica de outros tipos de tumores. Não há, pois, dúvidas de que as enzimas têm um grande contributo a dar para o futuro da terapêutica. |
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| Autores principais: | Garcia, Catarina Marques |
| Assunto: | Enzimoterapia Terapêutica de substituição enzimática Doenças lisossomais de sobrecarga L-asparaginase Cancro Mestrado Integrado - 2013 |
| Ano: | 2013 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso restrito |
| Instituição associada: | Universidade de Lisboa |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório da Universidade de Lisboa |
| Resumo: | As enzimas desempenham um papel importante em várias áreas da terapêutica humana. Nalguns casos, particularmente nas doenças lisossomais, constituem o principal ou mesmo o único agente terapêutico disponível. No cancro, também têm mostrado o seu potencial e, para além da asparaginase, muitas enzimas têm vindo a ser alvo de estudo. Nestas duas áreas, em especial, as enzimas ganham destaque, e por isso são os principais focos deste trabalho. Recorrendo às mais atuais informações, procurou-se perceber qual o contributo das enzimas para a terapêutica; quer no passado, quer no presente, quer no futuro. Nas doenças lisossomais de sobrecarga, as enzimas permitem melhorar consideravelmente a qualidade de vida dos doentes. Estão aprovadas para as doenças de Gaucher, Fabry e Pompe e algumas mucopolissacaridoses mas espera-se que em breve estejam disponíveis para outras doenças raras. No cancro, mais especificamente na leucemia linfoblástica aguda, a L-asparaginase revelou-se muito efetiva, integrando há várias décadas os protocolos convencionais de quimioterapia. Outras enzimas como a arginina deiminase revelaram bons resultados iniciais e estão presentemente em estudos clínicos, podendo, em breve, revolucionar a terapêutica de outros tipos de tumores. Não há, pois, dúvidas de que as enzimas têm um grande contributo a dar para o futuro da terapêutica. |
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