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Avanços terapêuticos na doença de Alzheimer

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Detalhes bibliográficos
Resumo:A Doença de Alzheimer é a patologia neurodegenerativa mais prevalente a nível global, sendo responsável por 60 a 80% dos casos de demência. A sua etiologia complexa e multifatorial, que envolve uma combinação de fatores genéticos, ambientais e condições relacionadas com o estilo de vida, torna o diagnóstico, o tratamento e a prevenção particularmente desafiantes. A evolução do conhecimento dos mecanismos fisiopatológicos subjacentes a esta doença tem impulsionado o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas, que vão além do alívio sintomático proporcionado pelo tratamento convencional, nomeadamente os inibidores da acetilcolinesterase e a memantina. As terapias emergentes procuram interferir nos processos biológicos centrais da patologia, como a deposição do péptido β-amilóide, a disfunção da proteína tau, a neuroinflamação, entre outros, visando modificar a progressão da doença. A aprovação de três anticorpos monoclonais anti-amilóide - aducanumab, lecanemab e donanemab - pelas entidades reguladoras como a Food and Drug Administration (FDA) e a European Medicines Agency (EMA) abre caminho para o desenvolvimento de outras terapias modificadoras da doença, enquanto reforça e encoraja os esforços de investigação na procura de estratégias mais eficazes e duradouras. Nesta monografia é discutida a fisiopatogenia da doença, as técnicas de diagnóstico atuais e os avanços terapêuticos mais recentes. São ainda abordados os ensaios clínicos mais promissores, as perspetivas futuras e os principais desafios associados ao desenvolvimento e implementação de novos fármacos para o tratamento da doença de alzheimer.
Autores principais:Dias,Ana Margarida Ferreira
Assunto:204205751 Doença de alzheimer Terapias modificadoras da doença β-amilóide Proteína tau Ensaios clínicos Mestrado integrado - 2025
Ano:2025
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade de Lisboa
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade de Lisboa
Descrição
Resumo:A Doença de Alzheimer é a patologia neurodegenerativa mais prevalente a nível global, sendo responsável por 60 a 80% dos casos de demência. A sua etiologia complexa e multifatorial, que envolve uma combinação de fatores genéticos, ambientais e condições relacionadas com o estilo de vida, torna o diagnóstico, o tratamento e a prevenção particularmente desafiantes. A evolução do conhecimento dos mecanismos fisiopatológicos subjacentes a esta doença tem impulsionado o desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas, que vão além do alívio sintomático proporcionado pelo tratamento convencional, nomeadamente os inibidores da acetilcolinesterase e a memantina. As terapias emergentes procuram interferir nos processos biológicos centrais da patologia, como a deposição do péptido β-amilóide, a disfunção da proteína tau, a neuroinflamação, entre outros, visando modificar a progressão da doença. A aprovação de três anticorpos monoclonais anti-amilóide - aducanumab, lecanemab e donanemab - pelas entidades reguladoras como a Food and Drug Administration (FDA) e a European Medicines Agency (EMA) abre caminho para o desenvolvimento de outras terapias modificadoras da doença, enquanto reforça e encoraja os esforços de investigação na procura de estratégias mais eficazes e duradouras. Nesta monografia é discutida a fisiopatogenia da doença, as técnicas de diagnóstico atuais e os avanços terapêuticos mais recentes. São ainda abordados os ensaios clínicos mais promissores, as perspetivas futuras e os principais desafios associados ao desenvolvimento e implementação de novos fármacos para o tratamento da doença de alzheimer.

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