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Encontro de Culturas no Açoriano Oriental entre 1933 e 1974

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Resumo:A dissertação aqui apresentada pretende dar a conhecer o resultado da investigação desenvolvida no âmbito do Mestrado em Tradução e Assessoria Linguística. Integrado na área científica dos Estudos de Tradução, o trabalho baseia-se na «viragem cultural» que caracteriza o campo nos finais do século XX. Para o efeito, procurou-se no semanário Micaelense Açoriano Oriental aquilo que a sociedade açoriana da época absorvia em termos externos, quer sob a forma de traduções quer dos ecos do que se passava no estrangeiro. A análise, estruturada em três capítulos, dá conta das principais referências encontradas no semanário durante o período do Estado Novo (1933-1974) e procura interpretar as ocorrências de modo a expressar a dimensão cultural das abordagens ao fenómeno translatório através da visão interligada dos grandes acontecimentos políticos mundiais (contexto histórico) com as leituras propostas pelo jornal (produção e receção de textos) e as prioridades culturais da sociedade portuguesa da época.
Autores principais:Marta, Fernando José de Jesus
Assunto:Açoriano Oriental (Jornal) Comunicação Social Cultura Contemporânea Imprensa Açoriana Estado Novo (1933-1974) Estudos Culturais Translation Studies
Ano:2015
País:Portugal
Tipo de documento:dissertação de mestrado
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:Universidade dos Açores
Idioma:português
Origem:Repositório da Universidade dos Açores
Descrição
Resumo:A dissertação aqui apresentada pretende dar a conhecer o resultado da investigação desenvolvida no âmbito do Mestrado em Tradução e Assessoria Linguística. Integrado na área científica dos Estudos de Tradução, o trabalho baseia-se na «viragem cultural» que caracteriza o campo nos finais do século XX. Para o efeito, procurou-se no semanário Micaelense Açoriano Oriental aquilo que a sociedade açoriana da época absorvia em termos externos, quer sob a forma de traduções quer dos ecos do que se passava no estrangeiro. A análise, estruturada em três capítulos, dá conta das principais referências encontradas no semanário durante o período do Estado Novo (1933-1974) e procura interpretar as ocorrências de modo a expressar a dimensão cultural das abordagens ao fenómeno translatório através da visão interligada dos grandes acontecimentos políticos mundiais (contexto histórico) com as leituras propostas pelo jornal (produção e receção de textos) e as prioridades culturais da sociedade portuguesa da época.

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