Publicação
Construção de Biossensores de ADN para a Avaliação da Capacidade Antioxidante
| Resumo: | Nas inúmeras reações que ocorrem a nível celular, são gerados compostos que danificam o ADN. De modo a reparar o dano que ocorre a nível do material genético, os organismos vivos desenvolveram complexos sistemas de defesa. Estes sistemas são constituídos por antioxidantes que desempenham uma função determinante uma vez que promovem um efeito protetor no ADN através na eliminação ou da diminuição da produção de compostos prejudiciais para a saúde. Com este trabalho pretendeu-se fazer uma simulação in vitro do sistema que ocorre a nível celular com recurso a biossensores eletroquímicos de ADN. A construção destes biossensores, consistiu na imobilização de dA20 (cadeia simples de ADN constituída por uma sequencia de 20 adeninas) num elétrodos de pasta de carbono (CPE). Seguidamente, efetuaram-se os estudos in vitro em três etapas e usando-se como técnica de deteção a voltametria de onda quadrada (SWV) : I. Indução de dano oxidativo no dA20, através da imersão do CPE na solução contendo o composto oxidante (H2O2 ou HO•); II. Proteção do dA20 promovido pela presença do antioxidante no meio reaccional (imersão do dA20-CPE na solução durante 30s); III. Observação do sinal eletroquímico do dA20 por SWV (realizado entre 0,2-1,4 V); Estes biossensores foram utilizados para a determinação da capacidade antioxidante total (TAC) de infusões. Tendo-se verificado que as infusões estudadas apresentam poder antioxidante com TAC a variar entre 200 a 1000 mgEAA/L. |
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| Autores principais: | Dias, Alexandra de Brito Ventura Gonçalves |
| Assunto: | Radicais livres Eletroquímica Contaminantes Antioxidantes Dano oxidativo TAC Biossensor Bases púricas ADN CPE Free radicals Electrochemistry Contaminants Antioxidants Oxidative damage Biosensor Purine bases DNA |
| Ano: | 2014 |
| País: | Portugal |
| Tipo de documento: | dissertação de mestrado |
| Tipo de acesso: | acesso aberto |
| Instituição associada: | Instituto Politécnico do Porto |
| Idioma: | português |
| Origem: | Repositório Científico do Instituto Politécnico do Porto |
| Resumo: | Nas inúmeras reações que ocorrem a nível celular, são gerados compostos que danificam o ADN. De modo a reparar o dano que ocorre a nível do material genético, os organismos vivos desenvolveram complexos sistemas de defesa. Estes sistemas são constituídos por antioxidantes que desempenham uma função determinante uma vez que promovem um efeito protetor no ADN através na eliminação ou da diminuição da produção de compostos prejudiciais para a saúde. Com este trabalho pretendeu-se fazer uma simulação in vitro do sistema que ocorre a nível celular com recurso a biossensores eletroquímicos de ADN. A construção destes biossensores, consistiu na imobilização de dA20 (cadeia simples de ADN constituída por uma sequencia de 20 adeninas) num elétrodos de pasta de carbono (CPE). Seguidamente, efetuaram-se os estudos in vitro em três etapas e usando-se como técnica de deteção a voltametria de onda quadrada (SWV) : I. Indução de dano oxidativo no dA20, através da imersão do CPE na solução contendo o composto oxidante (H2O2 ou HO•); II. Proteção do dA20 promovido pela presença do antioxidante no meio reaccional (imersão do dA20-CPE na solução durante 30s); III. Observação do sinal eletroquímico do dA20 por SWV (realizado entre 0,2-1,4 V); Estes biossensores foram utilizados para a determinação da capacidade antioxidante total (TAC) de infusões. Tendo-se verificado que as infusões estudadas apresentam poder antioxidante com TAC a variar entre 200 a 1000 mgEAA/L. |
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