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A luz em processo: um mergulho na criação de Guilherme Bonfanti na Trilogia Bíblica do Teatro da Vertigem
| Summary: | Na presente pesquisa, foi realizado estudo dos desenhos de iluminação cênica de Guilherme Bonfanti para as peças O Paraíso Perdido, O Livro de Jó e Apocalipse 1,11, que compõem a chamada Trilogia Bíblica da companhia teatral Teatro da Vertigem. No processo investigativo foram analisadas fotos, vídeos, plantas e roteiros de iluminação, cadernos de anotação do artista, rascunhos e outros documentos gerados pelo seu processo de criação. Além disso, foram realizadas entrevistas com o iluminador, assim como com parceiros de trabalho, como Marcos Franja, operador de luz de O Livro de Jó, e Marisa Bentivegna, iluminadora que assina conjuntamente a criação da luz de O Paraíso Perdido. Deste modo, a pesquisa voltou seu olhar não só para a iluminação dos espetáculos propriamente ditas, mas para o processo criativo do qual elas resultam. A cada trabalho, Bonfanti vai experimentando e descobrindo novos procedimentos criativos, a partir dos desafios apresentados pelas espacialidades não convencionais apresentadas (igreja, hospital, presídio) em interação com as proposições cênicas da encenação. |
|---|---|
| Main Authors: | Francisco Moreira Turbiani |
| Year: | 2021 |
| Country: | Brazil |
| Document type: | master thesis |
| Access type: | open access |
| Associated institution: | IBICT |
| Language: | Portuguese |
| Origin: | Oasisbr |
| Summary: | Na presente pesquisa, foi realizado estudo dos desenhos de iluminação cênica de Guilherme Bonfanti para as peças O Paraíso Perdido, O Livro de Jó e Apocalipse 1,11, que compõem a chamada Trilogia Bíblica da companhia teatral Teatro da Vertigem. No processo investigativo foram analisadas fotos, vídeos, plantas e roteiros de iluminação, cadernos de anotação do artista, rascunhos e outros documentos gerados pelo seu processo de criação. Além disso, foram realizadas entrevistas com o iluminador, assim como com parceiros de trabalho, como Marcos Franja, operador de luz de O Livro de Jó, e Marisa Bentivegna, iluminadora que assina conjuntamente a criação da luz de O Paraíso Perdido. Deste modo, a pesquisa voltou seu olhar não só para a iluminação dos espetáculos propriamente ditas, mas para o processo criativo do qual elas resultam. A cada trabalho, Bonfanti vai experimentando e descobrindo novos procedimentos criativos, a partir dos desafios apresentados pelas espacialidades não convencionais apresentadas (igreja, hospital, presídio) em interação com as proposições cênicas da encenação. |
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