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DEMOCRACIA RACIAL, RACISMO E POLÍTICA PÚBLICA

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Summary:O presente artigo trata-se de parte das discussões desenvolvidas como requisito no Curso de Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas, servindo posteriormente para as discussões no trabalho de Dissertação de Mestrado apresentado ao Programa de Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, na linha de pesquisa Meio Ambiente e Políticas Públicas, em 2013, intitulada “O valor ambiental da religião afro-ameríndia: uma análise acerca da intolerância religiosa no Amapá”, e objetiva  problematizar a questão do mito da democracia racial como instrumento utilizado pela elite, que por categorias cognitivas de um racismo benigno mascara a forma perversa de exclusão de integração plena, real e cidadã dos libertos da escravidão, sendo as políticas públicas expressões da pressão destes excluídos, mas que, não mudam a realidade: a opressão e exploração capitalista, fonte de reprodução do próprio racismo, servindo como amortecedor das tensões sem alterar as relações racistas inerentes à sociedade brasileira e a lógica burguesa.
Main Authors:Moraes, Roberto José Nery
Subject:Capitalismo desigualdades raciais racialismo racismo políticas públicas.
Year:2020
Country:Brazil
Document type:article
Access type:unknown
Associated institution:IBICT
Language:Portuguese
Origin:Oasisbr
Description
Summary:O presente artigo trata-se de parte das discussões desenvolvidas como requisito no Curso de Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas, servindo posteriormente para as discussões no trabalho de Dissertação de Mestrado apresentado ao Programa de Mestrado em Direito Ambiental e Políticas Públicas da Universidade Federal do Amapá – UNIFAP, na linha de pesquisa Meio Ambiente e Políticas Públicas, em 2013, intitulada “O valor ambiental da religião afro-ameríndia: uma análise acerca da intolerância religiosa no Amapá”, e objetiva  problematizar a questão do mito da democracia racial como instrumento utilizado pela elite, que por categorias cognitivas de um racismo benigno mascara a forma perversa de exclusão de integração plena, real e cidadã dos libertos da escravidão, sendo as políticas públicas expressões da pressão destes excluídos, mas que, não mudam a realidade: a opressão e exploração capitalista, fonte de reprodução do próprio racismo, servindo como amortecedor das tensões sem alterar as relações racistas inerentes à sociedade brasileira e a lógica burguesa.

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