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ACAMPAMENTOS RURAIS: TERRITÓRIO E TERRITORIALIDADES
| Resumo: | Nos últimos anos o espaço agrário brasileiro vem passando por transformações estruturais que tentam minimizar o processo histórico de concentração fundiária. Desta forma, foram criados os territórios do desenvolvimento e da cidadania pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Contudo, essas medidas parecem não estar alcançando os resultados esperados, e, portanto, as formações de acampamentos rurais denunciam que o acesso a terra ainda é um direito a ser conquistado. Deste modo, este artigo analisa a realidade do espaço agrário brasileiro levando em consideração as políticas públicas territoriais adotadas, bem como as estratégias desenvolvidas pelos movimentos socioterritoriais no campo. E, para tanto foram utilizados dados secundários: bibliográfico e consulta aos órgãos (DATALUTA, MDA, INCRA, SEAGRI, IBGE e SEPLAN); e primários, por meio de experiências vivenciadas nos acampamentos no município de Itaporanga D’Ajuda/ SE. Conclui-se que é preciso repensar as estratégias territoriais adotadas até o momento, pois essas medidas não têm alcançado resultados satisfatórios, já que há a perpetuação dos territórios de pobreza e a transformação de acampamentos em territórios fixos. |
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| Autores principais: | Pessoa da Silva, Haiane |
| Assunto: | Espaço agrário Desenvolvimento territorial Movimento sócio-territorial |
| Ano: | 2017 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | artigo |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | Nos últimos anos o espaço agrário brasileiro vem passando por transformações estruturais que tentam minimizar o processo histórico de concentração fundiária. Desta forma, foram criados os territórios do desenvolvimento e da cidadania pelo Ministério do Desenvolvimento Agrário (MDA). Contudo, essas medidas parecem não estar alcançando os resultados esperados, e, portanto, as formações de acampamentos rurais denunciam que o acesso a terra ainda é um direito a ser conquistado. Deste modo, este artigo analisa a realidade do espaço agrário brasileiro levando em consideração as políticas públicas territoriais adotadas, bem como as estratégias desenvolvidas pelos movimentos socioterritoriais no campo. E, para tanto foram utilizados dados secundários: bibliográfico e consulta aos órgãos (DATALUTA, MDA, INCRA, SEAGRI, IBGE e SEPLAN); e primários, por meio de experiências vivenciadas nos acampamentos no município de Itaporanga D’Ajuda/ SE. Conclui-se que é preciso repensar as estratégias territoriais adotadas até o momento, pois essas medidas não têm alcançado resultados satisfatórios, já que há a perpetuação dos territórios de pobreza e a transformação de acampamentos em territórios fixos. |
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