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REPRESENTAÇÕES CRISTÃS E PAGÃS EM NOVELAS DE CAVALARIA DO CICLO BRETÃO OU ARTURIANO

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Detalhes bibliográficos
Resumo:Este artigo estuda algumas representações culturais cristãs e pagãs nas novelas de cavalaria do Ciclo Bretão ou Arturiano, com base no diálogo entre a literatura e a História da cultura medieval. Para isso, usaremos os estudos de Duby (1989), Lourenço (1988, 1999), Lapa (1970) e Antônio Saraiva (1989, 1990). O confronto crítico entre os estudos histórico-culturais e as novelas que compõem o corpus desse artigo: Tristão e Isolda, A Demanda do Santo Graal e Amadis de Gaula,  far-se-á com o suporte da fortuna crítica sobre as narrativas de cavalaria, que conta com nomes como Maleval (2004, 2000 e 1995), Maria Elizabeth de Vasconcellos (1995a), Carolina Michaelis de Vasconcellos (1995b) e Zumthor (1995). Com isso, pretendemos contribuir para uma mais ampla compreensão das novelas medievais, território ainda pouco conhecido, hesitante e fecundo da literatura, segundo Duby (1989, p. 7).  
Autores principais:Corrêa, Eloísa Porto
Assunto:Novela de Cavalaria Ciclo Bretão Idade Média Representações Culturais.
Ano:2016
País:Brasil
Tipo de documento:artigo
Tipo de acesso:acesso aberto
Instituição associada:IBICT
Idioma:português
Origem:Oasisbr
Descrição
Resumo:Este artigo estuda algumas representações culturais cristãs e pagãs nas novelas de cavalaria do Ciclo Bretão ou Arturiano, com base no diálogo entre a literatura e a História da cultura medieval. Para isso, usaremos os estudos de Duby (1989), Lourenço (1988, 1999), Lapa (1970) e Antônio Saraiva (1989, 1990). O confronto crítico entre os estudos histórico-culturais e as novelas que compõem o corpus desse artigo: Tristão e Isolda, A Demanda do Santo Graal e Amadis de Gaula,  far-se-á com o suporte da fortuna crítica sobre as narrativas de cavalaria, que conta com nomes como Maleval (2004, 2000 e 1995), Maria Elizabeth de Vasconcellos (1995a), Carolina Michaelis de Vasconcellos (1995b) e Zumthor (1995). Com isso, pretendemos contribuir para uma mais ampla compreensão das novelas medievais, território ainda pouco conhecido, hesitante e fecundo da literatura, segundo Duby (1989, p. 7).  

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