Publicação
Aura visual na enxaqueca: revisão da literatura
| Resumo: | A enxaqueca ou migrânea é uma doença prevalente, acometendo cerca de 12% da população adulta mundial. Estima-se que até 30% das pessoas com enxaqueca apresentem aura, que é definida como uma variedade de sintomas neurológicos focais cuja origem pode ser localizada inequivocamente, no córtex, tronco cerebral ou retina e que, em geral, precedem a fase da cefaleia. De acordo com os conhecimentos atuais, a fisiopatologia da aura está relacionada com a depressão alastrante cortical (DAC), fenômeno que consiste em uma onda de despolarização que se espraia pelo córtex, em situações especiais, podendo não ocasionar sintomas ou promover alterações visuais, sensitivas e de linguagem transitórias, sendo as auras visuais as mais comuns. Este trabalho visa a abordar a aura visual. As alterações visuais da aura se dividem entre sintomas positivos e negativos. Os positivos correspondem à visualização anormal de flashes de luz, linhas em zigue-zague e cintilações e os negativos referem-se à turvação visual, escotomas cegos ou defeitos campi métricos hemianopticos. Atualmente já existem medicamentos em estudo que seriam capazes de realizar profilaxia e melhora da aura visual, a lamotrigina já possui conhecido efeito preventivo nas auras, enquanto estudos experimentais atribuem ao magnésio a possível capacidade de interromper auras já instaladas.Com essa revisão pretende -se oferecer a compreensão das manifestações e mecanismos da aura visual bem como oferecer recursos para o diagnóstico diferencial com outras condições como ataques isquêmicos transitórios ou crises epiléticas occipitais. |
|---|---|
| Autores principais: | Fernandes, Larissa Caldeira |
| Assunto: | Enxaqueca com aura Aura visual Fisiopatologia da aura Tratamento da aura visual Enxaqueca Fisiopatologia Tratamento Visual aura Migraine with aura Aura pathophysiology Visual aura treatment |
| Ano: | 2022 |
| País: | Brasil |
| Tipo de documento: | trabalho de fim de curso |
| Tipo de acesso: | unknown |
| Instituição associada: | IBICT |
| Idioma: | português |
| Origem: | Oasisbr |
| Resumo: | A enxaqueca ou migrânea é uma doença prevalente, acometendo cerca de 12% da população adulta mundial. Estima-se que até 30% das pessoas com enxaqueca apresentem aura, que é definida como uma variedade de sintomas neurológicos focais cuja origem pode ser localizada inequivocamente, no córtex, tronco cerebral ou retina e que, em geral, precedem a fase da cefaleia. De acordo com os conhecimentos atuais, a fisiopatologia da aura está relacionada com a depressão alastrante cortical (DAC), fenômeno que consiste em uma onda de despolarização que se espraia pelo córtex, em situações especiais, podendo não ocasionar sintomas ou promover alterações visuais, sensitivas e de linguagem transitórias, sendo as auras visuais as mais comuns. Este trabalho visa a abordar a aura visual. As alterações visuais da aura se dividem entre sintomas positivos e negativos. Os positivos correspondem à visualização anormal de flashes de luz, linhas em zigue-zague e cintilações e os negativos referem-se à turvação visual, escotomas cegos ou defeitos campi métricos hemianopticos. Atualmente já existem medicamentos em estudo que seriam capazes de realizar profilaxia e melhora da aura visual, a lamotrigina já possui conhecido efeito preventivo nas auras, enquanto estudos experimentais atribuem ao magnésio a possível capacidade de interromper auras já instaladas.Com essa revisão pretende -se oferecer a compreensão das manifestações e mecanismos da aura visual bem como oferecer recursos para o diagnóstico diferencial com outras condições como ataques isquêmicos transitórios ou crises epiléticas occipitais. |
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