Resultados da pesquisa - santos, jose ((campos daniel) OR (carlos daniel)) rodrigues dos

Catálogo de Publicações - santos, jose ((campos daniel) OR (carlos daniel)) rodrigues dos

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  1. 1

    Determinação dos parâmetros de desalinhamento angular usando uma abordagem ponto-a-plano com apoio de campo derivado de nuvem LiDAR

    Publicação
    por Pedrosa, José Roberto Berithe, 1982-
    Origem: Oasisbr
    Orientador: Prof. Dr. Daniel Rodrigues dos Santos
    2019 dissertação de mestrado Brasil acesso aberto
  2. 2

    Traços em memória: a história preservada pela xilogravura – o caldeirão! A esperança de um povo...

    Publicação
    por Ferreira, Erivana D'Arc Daniel da Silva
    Outros Autores: Santos, José Carlos dos; Santos, Francisca Geane Marques Pinheiro; Ribeiro, Luciana Sousa Marques; Rodrigues, Lívia de Souza
    Origem: Oasisbr
    O presente trabalho enfoca o entrelaçar da arte da xilogravura à história, apresentando como objeto de estudo o álbum xilográfico “O Caldeirão! A esperança de um povo...” Obra de 1999, com autoria de Erivana D’Arc. Tem-se como objetivo geral discutir os traços característicos do fazer e do ser nordestino. A pesquisa origina-se da observação e discussão dos traços e cenários dos estrados xilogravados do enredo ocorrido no Cariri Cearense, sendo o histórico categorizado em momentos cruciais vividos pelo Beato José Lourenço e os que o seguia. Portanto, o dinamismo que a arte infere na história e vice-versa pode transmitir percepções e compreensões singulares. Todavia, com o propósito de disseminar para as gerações futuras, almeja-se com esse trabalho, instigar pesquisadores e estudiosos a fazerem investigações mais aprofundadas relativas à temática.
    2016 artigo Brasil
  3. 3

    Nominata dos avaliadores

    Publicação
    por Carvalho, José Ribamar Marques de
    Origem: Oasisbr
    A REUNIR tem como um de seus objetivos a melhoria contínua dos trabalhos publicados (nacionais e internacionais) voltados à Administração, Contabilidade e à Sustentabilidade. Assim, a REUNIR manifesta seu agradecimento a todos os professores e pesquisadores ad hoc que durante os anos de 2011 e 2012 acreditaram na proposta da Revista e se predispuseram a fazer parte da nossa equipe colaborando voluntariamente na avaliação dos trabalhos submetidos à publicação.   Adriana Martins de Oliveira, Universidade Estadual do Rio Grande do Norte, Brasil Adriana Sidralle Rolim de Moura, Universidade Federal de Campina Grande Aldo Leonardo Cunha Callado, Universidade Federal da Paraíba, Brasil Allan Pinheiro Holanda, Universidade Federal do Ceará Ana Carolina Kruta de Araújo Bispo, Universidade Federal da Paraiba Anderson Catapan, Pontifica Universidade Católica do Paraná Antônio André Cunha Callado, Universidade Federal Rural de Pernambuco Ariel Behr, Universidade Federal do Pampa Berenice Neide de Souza Simões, Universidade Estadual da Paraíba Brenda Carlos de Andrade, Universidade Federal de Campina Grande Claudia Rosa Acevedo, Universidade de São Paulo e Universidade Nove de Julho Daisy Beserra Lucena, Universidade Federal de Campina Grande, CDSA Daniel Jose Cardoso da Silva, Universidade Federal de Alagoas Débora Pool da Silva Freitas, Universidade Federal do Rio Grande Dennys Robson Girardi, FAE Centro Universitário, Curitiba Dimas Barrêto Queiroz, Universidade Federal do Piauí Diogo Henrique Silva de Lima, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Dirceu da Silva, Universidade Nove de Julho Enéas Dantas da Silva Neto, Universidade Federal de Campina Grande, CCJS Enyedja Kerlly Martins de Araújo, Universidade Estadual da Paraíba Erivaldo Moreira Barbosa, Universidade Federal de Campina Grande Erivan Ferreira Borges, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Fabiano Ferreira Batista, Universidade Federal de Campina Grande Fábio Frezatti, Universidade de São Paulo Fátima de Souza Freire, Universidade de Brasília Fernanda Marques de Almeida Holanda, Universidade Gama Filho Francisca Aparecida de Souza, Universidade de Brasília Gesinaldo Ataíde Cândido, Universidade Federal de Campina Grande, UAAC Gilberto de Andrande Martins, Universidade de São Paulo Gilton Carlos Anísio de Albuquerque, Universidade do Estado da Bahia Islania Andrade de Lira Delfino, Universidade Federal de Campina Grande Ivone Vieira Pereira, Universidade de Rio Verde Janayna Rodrigues de Morais Luz, UNESC Faculdades. Faculdade do Vale do Ipojuca Janieiry Queiroga Costa, Universidade Federal do Maranhão João Marcelo Alves Macêdo, Universidade Federal da Paraíba Joaquim Carlos Lourenço, Universidade Federal de Pernambuco Jógerson Pinto Gomes Pereira, Universidade Federal de Campina Grande José Mancinelli Lêdo do Nascimento, Universidade Federal da Paraíba Josicarla Soares Santiago, Universidade Federal da Paraíba Karla Katiuscia Nobrega de Almeida, Universidade Federal da Paraiba Kavita Miadaira Hamza, Universidade Federal de São Paulo Kettrin Farias Bem Maracajá, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Lino Martins da Silva, Universidade do Estado do Rio de Janeiro Lúcia Silva Albuquerque, Universidade Federal de Campina Grande Lucila Maria de Souza Campos, Universidade Federal de Santa Catarina Lucimeiry Batista da Silva, Universidade Federal de Campina Grande, CCJS Luiz Carlos Miranda, Universidade Federal de Pernambuco Luiz Marcelo Martins do Amaral Carneiro Cabral, Universidade Regional de Blumenau Luzilea Brito de Oliveira, Universidade Estadual de Santa Cruz Luzivalda Guedes Damascena, Universidade Federal da Paraíba Marcleide Maria Macêdo Pederneiras, Universidade Federal da Paraíba Maria das Graças Vieira, Universidade Federal de Pernambuco Maria de Fátima Nóbrega Barbosa, Universidade Federal de Campina Grande, CCJS Maria dos Remédios Antunes Magalhães, Universidade Federal de Campina Grande, UACC Marielza Barbosa Alves, Universidade Federal de Campina Grande, UAAC Mário Roberto dos Santos, Universidade Nove de Julho Maurício Corrêa da Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Norte Milton Jarbas Rodrigues Chagas, Universidade Federal da Paraíba Minelli Enéas da Silva, Universidade Nove de Julho Orlando Gomes da Silva, Universidade Federal de Campina Grande Orleans Silva Martins, Universidade Federal da Paraíba Paulo Arnaldo Olak, Universidade Estadual de Londrina Paulo Moreira da Rosa, Universidade Estadual de Maringá Renata Paes de Barros Câmara, Universidade Federal da Paraiba Robério Dantas de França, Universidade Federal da Paraíba Roberta Roberta Bittencourt Rodrigues, Universidade Estadual da Paraíba Roberto Naime, Universidade Feevale – RS Rosires Catão Curi, Universidade Federal de Campina Grande, CTRN Sandra Sereide Ferreira da Silva, Universidade Federal de Campina Grande, CTRN Sheylla Maria Mendes, Universidade Federal de Campina Grande, UAAC Suellen Silva Pereira, Universidade Federal de Campina Grande, Brasil Suzanne Érica Nóbrega Correia, Universidade Federal de Campina Grande, UAAC Thaiseany de Freitas Rêgo, Universidade Federal do Semiárido Thiago Alexandre das Neves Almeida, Universidade Federal de Campina Grande Victória Puntriano Zúñiga, Universidade Estadual da Paraíba Vorster Queiroga Alves, Universidade Federal de Campina Grande Waleska Silveira Lira, Universidade Estadual da Paraíba Walter Nunes Oleiro, Universidade Federal do Rio Grande-FURG Wenner Glaucio Lopes Lucena, Universidade Federal da Paraíba Wilson Fadlo Curi, Universidade Federal de Campina Grande Yara Magaly Albano Soares, Universidade Federal da Paraíba   Aproveitamos para reiterar nosso compromisso em continuar concentrando esforços para tornar a REUNIR um periódico com consistência e compromissado com a pesquisa científica.   Campina Grande, PB, 28 de Dezembro de 2012.   Saudações editoriais,   José Ribamar Marques de carvalhoEditor Científico Responsável
    2012 artigo Brasil
  4. 4

    Atividade microbiana do solo, controle de plantas daninhas e crescimento da mandioca após a aplicação de herbicidas

    Publicação
    por Braga, Renan Rodrigues
    Outros Autores: Silva, Daniel Valadão; Ferreira, Evander Alves; Pereira, Gustavo Antônio Mendes; Bibiano, Camila Silva; Santos, José Barbosa dos et al.
    Origem: Oasisbr
    São poucas as informações na literatura sobre herbicidas para aplicação em pós-emergência da cultura da mandioca e seus possíveis impactos na atividade microbiana do solo. Dessa forma, objetivou-se com este trabalho avaliar o efeito da aplicação de herbicidas pós-emergentes em área total e dirigida na atividade microbiana de solo cultivado com mandioca, bem como seu efeito no controle das plantas daninhas e no crescimento inicial da cultura. O experimento foi conduzido em campo, no Distrito do Planalto, na cidade de Diamantina-MG. O delineamento experimental utilizado foi o de blocos casualizados, com quatro repetições e os tratamentos foram constituídos de uma testemunha capinada, uma testemunha cultivada sem o controle de plantas daninhas e a aplicação dos herbicidas: fluazifop-p-butil, fomesafen, glyphosate, paraquat e a mistura de herbicidas fluazifop-p-butil + fomesafem. De maneira geral, os herbicidas estudados apresentaram controle satisfatório das plantas daninhas presentes na área de plantio e causaram baixa intoxicação visual à mandioca. A mistura dos herbicidas fomesafen e fluazifop-p-butil promoveram um controle mais prolongado das plantas infestantes, mas com influência negativa à microbiota do solo. Os herbicidas paraquat e glyphosate apresentaram potencial para aplicação dirigida nas entrelinhas da mandioca.
    2014 artigo Brasil
  5. 5

    A Educação comparada para além dos números : contextos locais, realidades nacionais, processos transnacionais

    Publicação
    por Teodoro, António
    Outros Autores: Afonso, Almerindo Janela; Prestes, Emília Maria da Trindade; Marques, Fátima; Jezine, Edineide; Beltrán Llavador, José et al.
    A Secção de Educação Comparada da Sociedade Portuguesa de Ciências de Educação (SPCE-SEC) organizou em Lisboa, de 25 a 27 de janeiro de 2016, a sua 1ª Conferência Internacional, sob o tema A Educação Comparada para além dos números: contextos locais, realidades nacionais, processos transnacionais. A Conferência contou com o apoio do World Council for Comparative Education Societies (WCCES) e da nóvel Sociedade Ibero-Americana de Educação Comparada (SIBEC), tendo como núcleo organizador o Centro de Estudos Interdisciplinares em Educação e Desenvolvimento (CeiED), da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. A Conferência contou com 312 participantes, oriundos da Europa (137), da América Latina (129), da Ásia (3) e de África (3). Desses participantes, 214 apresentaram uma comunicação, inserida no vasto programa que incluía, para além das sessões plenárias, sessões temáticas, grupos de trabalho e comunicações livres. Nem todos os autores disponibilizaram à Comissão Organizadora os textos das suas comunicações. Mas, um número muito significativo, disponibilizou o seu trabalho para publicação, que constitui o livro de atas agora editado. Não foi fácil reunir tantos e tão diversificados contributos, para além das limitações de uma comissão organizadora constituída por professores assoberbados com outras responsabilidades profissionais (e pessoais). Com o pedido de desculpa pelo atraso, aqui se deixa este contributo para a afirmação da SPCE-SEC, uma secção da SPCE que pretende representar nacional e internacionalmente a comunidade que, em Portugal, se identifica com o campo da Educação Comparada. Lisboa, Novembro de 2017
    2017 documento de conferência Portugal acesso aberto
  6. 6

    Total ensiled diet containing forage palm replacing sorghum meal

    Publicação
    por Teixeira, Fábio Andrade
    Outros Autores: Santos, Jeankarlo Penalva dos; Jesus , Fredy Martins de; Jardim, Renata Rodrigues; Públio, Pedro Paulo Policiano; Rocha, Leone Campos et al.
    Origem: Oasisbr
    The objective of this study was to evaluate the substitution of sorghum meal per palm associated with Brachiaria decumbens as a bulk source in total feed silages. The experimental design was a completely randomized design, with four treatments (0, 33,3, 66,6 and 100% inclusion of palm in the diet) and eight replications. Thirty-two experimental PVC silos, 10 cm in diameter and 50 cm in length, equipped with a Bunsen valve were used. Chemical-bromatological analyzes were carried out (DM, CP, ashes, EE, NDFap, ADF, lignin, TC and TDN), determination of pH, ammonia nitrogen, effluent loss, gas loss, dry matter losses and dry matter recovery of silages. Forage palm is an additive that improves silage characteristics. The replacement of 100% of sorghum bran by palm in total diet silage presents better values for pH and ammoniacal nitrogen, lower losses by gases, effluents and dry matter and increased recovery of dry matter, in addition to improving the chemical composition of the silages.
    2022 artigo Brasil
  7. 7

    Chemical characteristics, aerobic stability, and microbiological counts in corn silage re-ensiled with bacterial inoculant

    Publicação
    por Coelho,Mateus Merlo
    Outros Autores: Gonçalves,Lúcio Carlos; Rodrigues,José Avelino Santos; Keller,Kelly Moura; Anjos,Gustavo Vinícius de Souza dos; Ottoni,Daniel et al.
    Origem: Oasisbr
    Abstract: The objective of this work was to evaluate the effects of re-ensiling and bacterial inoculation on the quality of corn silage. The experiment was carried out in a 2x2 factorial design with or without inoculant (association of Lactobacillus plantarum and Propionibacterium acidipropionici), and with re-ensiling after 36 hours of aerobic exposure or only ensiling of the whole plant of 'BRS 1055' corn. The fermentative quality, nutritional parameters, dry matter losses, aerobic stability, and microbiological counts of silages were evaluated. Re-ensiling caused an increase of pH and in acetic acid and propionic acid concentrations, as well as in the dry matter (DM), crude protein, neutral detergent fiber, and neutral detergent fiber crude protein contents. Conversely, there was a reduction in the nonfiber carbohydrates concentration and in in vitro dry matter digestibility for the re-ensiled material. All changes were explained by the higher-effluent production and DM loss of re-ensiled material that was subjected to two compactions. Microbiology was not altered by the treatments. The use of inoculant altered ash content, but it did not influence other parameters. In contrast, re-ensiling after 36 hours of aerobic exposure caused a reduction in the nutritive value of corn silage and accentuated the DM losses.
    2018 artigo Brasil acesso aberto
  8. 8

    The importance of computer programming for Mathematical understanding

    Publicação
    por Almeida, Juan Rodrigues Teixeira
    Outros Autores: Colares, Fernando; Dias, Gustavo Nogueira; Vogado , Gilberto Emanoel Reis; Reis, Cássio Pinho dos; Lobato, Fabricio da Silva et al.
    Origem: Oasisbr
    This research was developed to answer questions that took shape during the author's academic career, after he noticed an improvement in his mathematical abilities during his journey in a higher degree in computer science, with this the general objective of this research was to verify the benefits that could be noticed through the bibliographic research raised. While the data were collected, the questions that the author considered of fundamental importance for the research and that guided the subjects discussed here were: What is the difference between the current practice of teaching mathematics and a teaching based on the use of programming language resources? What benefits can programming bring to the student's life inside and outside the classroom? This work focused mainly on mathematics classes and their technologies, in view of the increasing use of traditional computers and microcomputers in the most diverse instances of society and the possibilities that these devices bring, using them in the educational environment becomes of paramount importance in student preparation. In this context, using the mathematical concepts that are within computer programming can be of great help for a more practical education, in addition to the fact that combined with the contribution of the subject to attract a lot of interest from students, since it involves new technologies. and the possibilities of creating games and computer programs, subjects that are intrinsic to our daily lives today.
    2022 artigo Brasil
  9. 9

    POR UMA HISTÓRIA DOS SERTÕES NOVAS PERSPECTIVAS E TEMPORALIDADES SOBRE O “BRASIL PROFUNDO”

    Publicação
    por Tiburski, Eliete Lúcia
    Outros Autores: Cardoso, Eduardo Wright
    Origem: Oasisbr
    Falar sobre sertões permite destacar e tensionar categorias como lugar, paisagem e território. Os sertões nos levam também a refletir sobre passados, presentes e futuros. Mais ainda, os sertões podem ser concebidos como um eixo que articula essas duas dimensões: tempo e espaço. Conforme já sugeriram Johannes Fabian (2013) e Marshall Sahlins (1990), os contatos e, muitas vezes, os embates entre culturas diferentes, inscritas em espacialidades diversas, podem estimular reformulações na ordem temporal das sociedades. Pensar os sertões como ponto de encontro entre tempos e espaços, permite enriquecer e adensar as leituras sobre esse objeto, sobre suas representações, sobre os índices que o qualificam e caracterizam, e também sobre os indivíduos que o habitam e constroem. Afinal, onde se inicia o sertão? Quais são os seus limites? Quem o ocupa? Como apreendê-lo e representá-lo?O dossiê que ora apresentamos procura debater essas questões. O sertão, como conceito, temática ou representação é um objeto que não cessa de se impor ao conhecimento humano em seu máximo potencial interdisciplinar, percorrendo diversos saberes e, complementariamente, vinculando-se às artes. Seja na história social, na ciência política, na literatura ou no cinema, para ficarmos apenas entre alguns dos artigos que compõem o número, o sertão nunca deixou de ser pensado e tematizado. O dossiê oferece, assim, através de abordagens múltiplas, como história oral, social, intelectual, política e religiosa, novas leituras que não apenas refletem sobre os sertões, mas que propriamente o concebem como um objeto passível de ser continuamente examinado e reexaminado. Daí, por exemplo, a predominância, nesse dossiê, de textos e objetos que abordam o sertão a partir de um recorte contemporâneo. Temos, assim, um sertão presente, um sertão que, sem desconsiderar a historicidade que o caracteriza, se faz presente.            Os artigos publicados foram agrupados em quatro categorias: Representações dos e sobre os sertões, Sertões como indutor de abordagens técnico-científicas, Sertões nas suas interfaces religiosas e, por fim, Espaços múltiplos do sertão. As divisões procuram apenas organizar os textos de modo a, talvez, complexificar e enriquecer sua leitura e compreensão. As categorias, portanto, não são pensadas como exclusivas ou excludentes. Pelo contrário, como o leitor e a leitora poderão verificar, os segmentos se superpõem, dialogam entre si e atestam a diversidade do próprio objeto.Na categoria Representações dos e sobre os sertões, temos o artigo de Marcelino Gomes dos Santos, intitulado “Dos ‘Confins do Brasil’ às passarelas: os sertões na moda”. O texto destaca “novas formas de ver e dizer os sertões na contemporaneidade” e, para isso, recupera uma coleção de vestuário que (re)cria e reapresenta a imagem do vaqueiro na atualidade. A formulação extraída da conclusão do artigo nos parece adequada para encetar os textos do dossiê: “os sertões estão na moda”.As imagens do sertão também são debatidas por Fabiana Alves Dantas no artigo “Celestino Alves: um poeta sertanejo e o dilema das secas”. Ao analisar a poética de Alves, no livro O Nordeste e as Secas, de 1983, a autora identifica um sertão associado a registros variados, como um espaço de seca e de chuvas, de sofrimento e de alegria. As intempéries que caracterizam a região também produzem um efeito duplo: se tornam a vida difícil, também são responsáveis por dotar o habitante desse território, o sertanejo, de força e resistência.O artigo de Juliana Rodrigues Morais, intitulado “Um hermeneuta da tradição sertaneja: Ariano Suassuna e o Romance d’A Pedra do Reino”, apresenta uma perspectiva semelhante. O projeto de Suassuna é precisamente, como informa Morais, “defender, com sua arte, a cultura sertaneja”. A defesa, elaborada na obra Romance d’A Pedra do Reino, de 1971, promove não apenas uma visão renovada do sertanejo, mas também uma leitura alternativa para a história do Brasil, fundada num ponto de vista local e construída a partir da mescla entre o real e o mágico.Enquanto o escritor Suassuna, conforme argumenta Morais, rompe com a historiografia tradicional, os documentaristas Geraldo Sarno e Jorge Prelorán procuram retomar obras clássicas de interpretação do Brasil e da Argentina para representar, respectivamente, o sertão brasileiro e o deserto argentino. Esse argumento é construído por Ana Caroline Matias Alencar no texto “Entre São Saruê e Vales Vizinhos das Nuvens: um estudo sobre as figurações espaciais do Cariri e de Humauaca”. Assim, nos médias-metragens realizados entre 1969 e 1970, Sarno e Prelorán reatualizam “tópicas discursivas e procedimentos interpretativos presentes nas obras de intelectuais outros”, como Euclides da Cunha e Domingo Faustino Sarmiento, para figurar e registrar as regiões do Vale do Cariri e da Quebrada de Humauaca.A visão do sertão, contudo, não é apenas registrada pelos filmes. Ela é esculpida também nas estátuas e monumentos. No texto de Daniel Barreto Lopes, “Sertão monumental: considerações sobre a atribuição de valor de testemunho histórico”, os habitantes do espaço sertanejo, como o vaqueiro, enfrentam o risco do desaparecimento. A resposta ao perigo do esquecimento é dada, segundo Lopes, pela “monumentalização do sertão”, ou seja, por uma produção histórica e cultural que registra a memória e a torna visível em outros tempos, não apenas no presente, mas também no futuro. A categoria Representações dos e sobre os sertões, enfim, reúne artigos que transformam o sertão num objeto de registros múltiplos, oriundos da moda, da poesia, da literatura, do documentário e da estatuaria. A partir do território do sertão, ainda, os tempos são diversos: o presente da moda, o passado da história e da memória, o futuro que por meio da estátua e do documentário resguarda o que poderia desaparecer.A segunda categoria Sertões como indutor de abordagens técnico-científicas, compreende textos que concebem o sertão como um território tanto marcado por mazelas como a seca, quanto caracterizado como índice de brasilidade e, portanto, um espaço que enseja intervenções técnicas e investimentos intelectuais. No artigo “Do vazio incógnito a problema nacional: o Nordeste brasileiro sob o olhar Politécnico, 1877-1909”, Yuri Simonini demonstra como o fenômeno da seca produziu iniciativas que procuravam não apenas estudar as então chamadas “Províncias do Norte”, quanto propor medidas e soluções para a região. O sertão aqui é visto como um desafio, um problema a ser superado. Daí a proliferação de estudos e registros que tanto embasaram e subsidiaram as ações técnicas e políticas, quanto permitiram que o Brasil passasse a “entender melhor seu território”, como aponta Simonini.Entre as ações concebidas, encontramos a criação dos campos de concentração no Ceará, objeto do texto “O controle do espaço do Sertão: os campos de concentração do Ceará na seca de 1932” de Leda Agnes Simões de Melo. Tratou-se de uma resposta às secas, mas também de uma intervenção sobre a população, tanto que o projeto dos campos implementados pela Inspetoria Federal de Obras Secas (IFOCS) dispunha de finalidades civilizadoras e voltava-se, como argumenta a autora, para o controle de “regiões, corpos e mentes”.No entanto, o sertão não era visto apenas como um obstáculo. No artigo “Euclidianismo, agenda cívico-letrada e a categoria de sertão em trânsito: o caso do CCEC (meados do século XX)”, de autoria de Caroline Aparecida Guebert, o sertão também é o lócus ou o símbolo da nação e da “brasilidade”. O texto encerra a categoria sobre os esforços técnico-científicos e demonstra como os integrantes do Centro Cultural Euclides da Cunha (CCEC), instituição paranaense, mobilizaram leituras específicas do espaço sertanejo para pensar o “Brasil profundo”. Esse investimento concebia Euclides da Cunha, conforme afirma Guebert, “como modelo do intelectual brasileiro, uma vez que sua obra fala do país que é rural e sua biografia reforça a interdependência entre a figura social do escritor investida como herói e o esforço pela obra da construção nacional”.Outro tema presente nos artigos aqui reunidos, se apresenta sob a categoria Sertões nas suas interfaces religiosas. A religiosidade ocupa um lugar proeminente quando se trata de investigar o modo de pensar e agir de determinadas sociedades e o estabelecimento de um universo mítico que cria e dá sentido às práticas cotidianas. A dispersão do catolicismo pelo mundo determina e reforça hábitos e crenças que, por sua vez, são vivenciados pelos seguidores de diferentes modos, inclusive estabelecendo novos sentidos e práticas. O artigo de Ruan Carlos Mendes, “Maria das Quengas: devoção e cruz ‘perfumada’ nas narrativas dos fiéis”, trata do que o autor nomeia como “devoções marginais”, ou seja, aspectos da religiosidade que se constroem às margens do catolicismo dito oficial. No caso narrado, através das entrevistas aos devotos de Maria das Quengas, são discutidos elementos que levaram à criação da devoção e às denominações de “santa” ou “milagreira”, onde é perceptível a atribuição de significados que escapam aos cânones católicos que regem o processo de santificação.No artigo de Jefferson Evânio, intitulado “A politização do sagrado no Agreste pernambucano, 1960-1980”, surge a simultaneidade e disputas de espaços e discursos entre o referido catolicismo oficial e sua versão denominada de popular. O autor mostra os mecanismos criados por distintos atores sociais para definir o que é sagrado, em concomitância com sua visão de mundo. Para Evânio, “O sagrado, longe de ser um dado da natureza, foi na região sistematicamente objeto de disputas. Instituído politicamente por homens e mulheres, sacerdotes e rezadores, todos ‘unidos’ e separados em função da vivência de sua fé no sobrenatural”.A categoria Espaços múltiplos do sertão apresenta o sertão primeiramente sob a ótica da ocupação do espaço e sua integração na formação de uma identidade nacional. Laryssa da Silva Machado e Lucas da Silva Machado, em “Desbravando os sertões capixabas: a colonização do Vale do Itapemirim”, utilizam os recursos do campo da micro-história para mostrar como a colonização da região só ocorreu tardiamente e esteve vinculada à ideia de que os sertões seriam um local a ser conquistado.A questão da ocupação e delimitação de espaços sertanejos, aparece sob outra perspectiva em dois trabalhos que tratam da ocupação da região Norte. O primeiro deles, escrito por André José Santos Pompeu e Wania Alexandrino Viana, parte da ideia de que o sertão é um “ambiente complexo, multifacetado”. Intitulado “Sujeitos sertanejos na Amazônia Colonial (séculos XVII e XVIII)”, os autores exploram o sentido da palavra sertão para o espaço amazônico, levando em conta aspectos militares e econômicos, procurando entendê-lo por meio das relações que se estabeleceram entre a corte real portuguesa, a ocupação estrangeira e portuguesa, a defesa das fronteiras e o desenvolvimento de um comércio transatlântico de produtos como as drogas do sertão. Ao longo do texto, uma ideia importante pode ser destacada – a “nova visão” de sertão, não apenas como interior, como local isolado, mas como estabelecedora de uma rede distinta de relações entrelaçadas, especialmente, pelas questões econômicas e militares, exploradas pelo autor nas fontes do período.Benedito Emílio da Silva Ribeiro, em “Território, poderes tutelares e agências indígenas: análises preliminares sobre trânsitos, trocas e r-existências na fronteira Brasil-Guiana Francesa (1930-1945)”, pondera sobre a construção de um espaço marcado pelos contatos entre brasileiros, franceses e grupos indígenas, explorando especialmente como os últimos se apropriaram e subverteram a lógica de agenciamento, de sedentarização e civilização “imposta” pelo Estado brasileiro por meio de seus órgãos oficiais para, assim, atingirem seus objetivos ligados à manutenção da territorialidade, das suas relações sociais e cosmológicas.Em seguida, temos o trabalho de Auricharme Cardoso de Moura, “O sertão de Minas irrigado: modernização agrícola e mundo dos trabalhadores”, que narra como a seca caracteriza e marca certos espaços geográficos, ao mesmo tempo em que mobiliza discursos que apagam e submetem “as experiências dos sujeitos a valores e hábitos considerados civilizados”. O projeto de integração nacional, dos diferentes espaços, mascarava as intenções capitalistas e de domínio de determinados grupos sociais. A dicotomia atraso e modernidade, legitimava a ação dos grupos dominantes, que viam a si mesmos como os responsáveis pela inserção da população sertaneja no tempo do progresso.Finalmente, o artigo “A Liça e as representações em torno do sertão do Cariri Cearense: por uma história intelectual dos sertões”, de Johnnys Jorge Gomes Alencar, trata das representações em torno do conceito de sertão e como foram mobilizadas para a “construção de uma identidade para o Cariri cearense, enquanto região”, buscando se opor às concepções tradicionais de sertão. O Crato surge, assim, como um “oásis do sertão” em oposição ao entorno que seria atrasado, bárbaro e primitivo. Cabe ressaltar ainda que este trabalho se insere na perspectiva de um campo em desenvolvimento – o de uma história intelectual do sertão – visto que o termo, atualmente, é atravessado por uma multiplicidade de sentidos.            Como dito acima, as categorias apresentadas não visam impor limites aos textos, mas, ao contrário, estimular a leitura a partir de eixos que se cruzam e sobrepõem de modo a, potencialmente, ressignificar e complexificar as contribuições desse dossiê. Pensamos, por fim, que talvez seja possível conceber o presente número como uma contribuição para a “História dos Sertões como área de concentração específica”. Conforme proposta formulada por Evandro dos Santos (2019, p. 450), a ideia permitiria “estimular a produção de uma historiografia sobre os sertões e, mais ainda, desde os sertões”. O dossiê reúne, nesse sentido, pesquisadores e pesquisadoras de variados espaços regionais e lugares institucionais que concebem o sertão como um objeto múltiplo e complexo, simultaneamente fonte de inspiração e de desafios. O quadro que emerge dos artigos é vibrante. Em conjunto, o leitor e a leitora encontrarão um amplo estudo sobre as apreensões e caracterizações dos sertões, o que apenas atesta e reitera a atualidade e a riqueza do objeto.
    2020 artigo Brasil
  10. 10

    Effectiveness, safety, and immunogenicity of half dose ChAdOx1 nCoV-19 COVID-19 Vaccine: Viana Project

    Publicação
    por Valim, Valéria
    Outros Autores: Martins Filho, Olindo Assis; Gouvea, Maria da Penha Gomes; Camacho, Luiz Antônio Bastos; Villela, Daniel Antunes Maciel; Lima, Sheila Maria Barbosa de et al.
    Origem: Oasisbr
    Thayná Martins Gouveia Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Beatriz Paoli Thompson Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Karen Evelin Monlevade Lança Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Gabriela Curto Cristianes Lacerda Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil João Pedro Gonçalves Lenzi Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Sabrina de Souza Ramos Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Felipe de Castro Pimentel Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Ludimila Forechi Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Thaís Ruchdeschel Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil João Pedro Moraes Miossi Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Matheus Leite Rassele Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Gabriel Smith Sobral Vieira Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Laís Pasti Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Allan Gonçalves Henriques Maria Eduarda Morais Hibner Amaral Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Alessandro Demoner Ramos Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Heitor Filipe Surlo Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Laura Gonçalves Rodrigues Aguiar Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Luiza Lorenzoni Grillo Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Matheus Pereira Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Ramon Borge Rizzi Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Sara Monteiro Muniz Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Hully Cantão Dos Santos Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Thais Luma de Oliveira Roza Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Adriana Santos Silva Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Lunara Baptista Ferreira Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Karina Lallemand Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Ketty Lysie Libardi Lira Machado Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Tania Queiroz Reuter Motta Rede de Hospitais Federais. Universidade Federal do Espírito Santo. Hospital Universitário Cassiano Antônio Moraes. Vitória, ES, Brasil Jaquelini Jubini Prefeitura de Viana. Vigilância de Saúde. Viana, ES, Brasil Carla Cristina Moraes de Mattos Prefeitura de Viana. Vigilância de Saúde. Viana, ES, Brasil Maria Angélica Calegário Vieira Prefeitura de Viana. Vigilância de Saúde. Viana, ES, Brasil Danielle Grillo Pacheco Lyra Estado do Espírito Santos. Vigilância de Saúde. Secretaria de Saúde. Vitória, ES, Brasil Cristiano Soares da Silva Estado do Espírito Santos. Vigilância de Saúde. Secretaria de Saúde. Vitória, ES, Brasil Rodrigo Ribeiro Rodrigues Estado do Espírito Santos. Vigilância de Saúde. Secretaria de Saúde. Vitória, ES, Brasil Luís Carlos Reblin Estado do Espírito Santos. Vigilância de Saúde. Secretaria de Saúde. Vitória, ES, Brasil Orlei Cardoso Estado do Espírito Santos. Vigilância de Saúde. Secretaria de Saúde. Vitória, ES, Brasil Lely Stella Guzmán Barrera Organização Pan-Americana de Saúde. Jhader Pércio Organização Pan-Americana de Saúde. Ismael Artur da Costa Rocha Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Roberta Oliveira Prado Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Agnes Antônia Sampaio Pereira Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Vitor Hugo Simões Miranda Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Gláucia Diniz Alessio Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Fernanda Fortes de Araújo Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Elaine Speziali Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Christiane Costa Pereira Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Clarice Carvalho Alves Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Kétyllen Reis Andrade de Carvalho Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Anna Carolina Cançado Figueiredo Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Liliane Martins dos Santos Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Cristiana Couto Garcia Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Nani Oliveira Carvalho Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Laise Rodrigues Reis Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Tâmilla Mayane Alves Fidelis dos Santos Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Joaquim Pedro Brito-de-Souza Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Camila Medeiros Costa Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Isabela Natália Pascoal Campos do Vale Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Priscilla Miranda Henriques Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Poliane Silva Maciel Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Thais Abdala Torres Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Nathália Werneck Cézar de Oliveira Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Gabriela de Oliveira Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Luana Oliveira Borges Fernandes Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Andreza Parreiras Gonçalves Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Jesuanne Carla Silva Andrade Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil   Ladson Lúcio Viana da Silva Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Armanda Moreira Mattoso Barbosa Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Maria Beatriz Martins Araújo Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Bruna Luiza Fonte Boa Rocha Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Lis Ribeiro do Valle Antonelli Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Ana Carolina Campi Azevedo Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Vanessa Peruhype Magalhães Pascoal Fundação Oswaldo Cruz. Instituto Rene Rachou. Belo Horizonte, MG, Brasil Waleska Dias Schwarcz Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Nathalia dos Santos Alves Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Ingrid Siciliano Horbach Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Ariane Faria de Souza Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Brenda de Moura Dias Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Bruno Pimenta Setatino Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil Caio Bidueira Denani Fundação Oswaldo Cruz. Bio-Manguinhos. Laboratório de Tecnologia Virológica. Rio de Janeiro, RJ, Brasil
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